O risco de que o sexo provocar morte súbita é muito baixo

Uma investigação revela que é a causa em apenas 0,7% de todos os casos de morte por parada cardíaca súbita

A morte súbita é a aparição repentina e inesperada de uma parada cardíaca em uma pessoa que aparentemente está saudável e em bom estado. Sua principal causa é uma arritmia cardíaca chamada fibrilação ventricular, que faz com que o coração perde a sua capacidade de contrair-se de forma organizada, por isso que deixa de bater. Entre as causas que podem produzir está a realização de grandes esforços, e, de fato, são bem conhecidos os casos trágicos que ocorreram entre os atletas. Por esse motivo, muita gente se pergunta se esta síndrome pode ocorrer, também, ao manter relações sexuais.
E a resposta é que sim, embora o risco de isso acontecer é realmente baixo. Assim, deduz-se os resultados de um estudo realizado por especialistas da Heart Rhythm Center at the Cedars-Sinai Heart Institute, em Los Angeles. Os autores do relatório analisaram 4.500 casos de pacientes que sofreram morte súbita e descobriram que apenas 0,7% (ou seja, cerca de 34 casos) tinha acontecido enquanto mantinham relações sexuais ou nas duas horas seguintes.
Além disso, 94% dos casos lhes tinham acontecido aos homens, a maioria dos quais encontravam-se na faixa de idade compreendida entre os trinta e os sessenta anos. Pode-se estimar, portanto, que, de cada cem casos de morte súbita entre homens, um está vinculado à prática do sexo, enquanto que a incidência entre as mulheres é de uma em cada mil. De todas as formas, os pesquisadores também detectaram que na maioria dos casos, embora o sexo tinha sido o estopim, existiam cardiopatias prévias ou a pessoas havia consumido substâncias tóxicas.

Você limpas demais a cera dos ouvidos? Talvez não deverá

Segundo a Academia Americana de Otorrinolaringologia, a linguagem não causa qualquer sintomatologia ou que não entope os ouvidos, não deve ser limpo.

Parece contraditório, quando, desde pequeninos nos dito pelo ativa e passiva que devemos nos limpar bem os ouvidos e que não deve ficar nenhuma pitada de cera à vista. De fato, em caso de não fazê-lo, sempre foi relacionado com uma inadequada higiene pessoal. Mas, como em tudo, se há muito, pode ser prejudicial para a nossa saúde.
Assim, destacou a Academia Americana de Otorrinolaringologia, a qual aponta que a cera no ouvido que não está causando uma sintomatologia ou não está obstruindo o ouvido, não deve ser excluída. E é que há gente que chega a encher uma seringa com água para remover cera interna ou disputam a introduzir o máximo possível os bastoncillos (o que pode ser ainda pior, já que acabou levando-a para áreas mais internas, gerando possíveis rolhas).
A linguagem nos ouvidos tem uma razão de ser, e está ali para cumprir um propósito: ajuda a pegar a sujeira e o pó, evitando, assim, que as partículas se filtrara pelo ouvido. Além disso, nosso corpo já limpa de forma natural destas áreas: quando masticamos ou quando cresce, por exemplo, nova pele, esta acaba empurrando a cera para fora do canal auditivo. É então quando se acaba limpando graças a uma ducha. Segundo a Academia Americana de Otorrinolaringologia é um processo em que não devemos intervir para além de uma limpeza básica.
Sim, existem exceções. Em 10% das crianças, em 5% dos adultos e um terço de idosos, o sistema de limpeza natural falhar e aí é necessário liberar a pressão. Assim, se você tem fortes dores nos ouvidos, garganta, comichão, zumbido, você perdeu a audição ou até mesmo você tem secreções pelo canal auditivo, você deve entrar em contato imediatamente com um médico.
Se tiver dúvidas sobre se estas limpando muito seus ouvidos, aqui você tem um guia com as questões mais frequentes.
Fonte: Business Insider
Tags: higiene, ouvidos e saúde.