Uma nova vacina universal para curar a gripe?

Trata-Se de uma vacina de DNA que pode conseguir reduzir para apenas um furo a solução para não sofrer gripe

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Será que os homens sofrem mais com os sintomas da gripe? Ou será que só é que são mais choramingando?
Por que é tão difícil conseguir uma cura efetiva para a gripe? Certeza que muitos de quem nos lê, eu vo-lo pedir, sobre tudo quando vos vacunáis todos os anos para não ter que sofrer, mas em vez de conseguir evitá-la, os milagres ligados a um pacote de lenços e engajados na cama. A resposta é que é um vírus que está em constante mudança e é muito diferente de um ano para outro, por isso que uma vacina efetiva deste 2018, pode não sê-lo para a próxima temporada.
Mas agora, isso pode mudar graças à descoberta de um computador da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, que criaram uma vacina baseada em DNA que poderia acabar com a gripe da humanidade, com apenas uma injeção. Assim o explica, a líder do projeto Deborah Fuller: “A atual vacina contra a gripe é um vírus que se encontra inativo. Este cresce em ovos para depois ser ‘desligado’ e, posteriormente, injetado no ser humano. O tipo de vacina que criamos envolve a injeção de um código genético para as proteínas do vírus às células. São elas que lêem essa informação e produzem diretamente os antígenos. Nosso sistema reage a estas proteínas virais e responde inmunizando o corpo em frente a uma possível infecção”.
As atuais vacinas contra a gripe são um incômodo, não apenas para os pacientes que devem peruca, mas também para aqueles que devem produzir por si (o que pode levar cerca de 9 meses). Além disso, sempre fazendo uma estimativa de que venham a ser necessárias, o que pode provocar um erro de cálculo. Ao contrário, as vacinas baseadas em DNA, podem ocorrer em muito menos tempo, cerca de 3 meses, o que as torna uma ferramenta eficaz contra uma possível pandemia.
Está previsto que as primeiras vacinas deste tipo estão no mercado nos próximos 5 ou 10 anos. Além disso, a equipe da doutora Fuller, também trabalha em uma espécie de “arma genética” com que poder injetar esta informação nas células de forma mais eficaz, melhorando assim os resultados e que menos gente doente.
Fonte: Digital Trends
Tags: doenças, mortes e terapia genética.

Assim ficam os pulmões depois de engolir três cápsulas de detergente líquido

O poder corrosivo do produto torna os tecidos em pus

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Mastigar as cápsulas solúveis de detergente: o novo desafio viral que pode acabar com sua vida
O chamado desafio do detergente, que consiste em engolir as cápsulas líquidas do produto de limpeza, tornou-se viral na internet. Agora, um vídeo médico de Chubbyemu, explica as consequências que pode ter para a saúde, tomando como base o caso real de um jovem norte-americanos que teve que ser hospitalizado com caráter grave, após ingerir três dessas cápsulas.
Tal e como se explica, a primeira coisa que sentiu o rapaz foi um forte ardor no nariz e língua. Em seguida, apareceram as náuseas e uma forte tosse, sensação de queimadura, mudou-se também ao esôfago, e acabou desmaiando. Segundo os médicos, o poder corrosivo do detergente tinha começado a destruir as mucosas do esôfago, transformando-o em uma substância semelhante ao pus, que se movia através de todo o seu organismo.
Mas, além disso, cada vez que tosía, parte do detergente entrava em seus pulmões, provocando o mesmo efeito. Felizmente, o cara salvou a vida, mas este vídeo deve servir de advertência a qualquer um que se coloque realizar esse desafio.

É seguro comer sashimi de frango?

Os especialistas advertem para o risco de sofrer infecções causadas por duas bactérias

O sashimi de frango, também chamada sasami, que é um prato típico japonês em que a carne do frango é servido essencialmente crua. Apenas se a dora ligeiramente, cerca de dez segundos para tostar um pouco o exterior, mantendo cru o interior do filé. O prato é delicioso, mas é seguro comê-lo?
Diversos estudos confirmam que comer a carne dessa forma, pode acarretar um risco série de contrair uma infecção alimentar. Ao contrário do que ocorre com o sashimi de peixe, em que apenas existe o risco de contaminação com algum parasita, com o frango também persiste o de apanhar de bactérias. Especificamente com duas delas, a da salmonela e campilobacteria.
De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Manitoba, 25% das carcaças de frangos dos Estados Unidos estavam infectados com a bactéria da salmonela. E a cifra era de até 60% no caso da campilobacteria.
Por esse motivo, as autoridades de saúde alertam que há uma forma simples de resolver esse perigo de infecção: cozinhar a carne do frango.

Descobrem o modo de evitar as reações alérgicas

Criaram um anticorpo que impede que o corpo produza histamina

A histamina é a principal responsável pelos sintomas que sofrem as pessoas alérgicas, ao provocar uma resposta inflamatória para proteger o organismo. Quando um paciente se expõe às sutancias em que é alérgica, ocorrem algumas moléculas chamadas IgE que, ao ligar-se aos receptores das células do sistema imunológico, que provocam a produção de histamina, gerando assim o que é conhecido como uma reação alérgica.
Mas, agora, pesquisadores da Aarhus University, Dinamarca, desenvolveram um anticorpo que interfere no processo anteriormente descrito, conseguindo assim que a pessoa não sinta os sintomas da alergia. Os autores da descoberta testaram esse anticorpo em pacientes alérgicos ao pólen e o veneno de alguns insetos, e comprovaram que, evitando a interação entre as moléculas de IgE e o sistema imunológico, os sintomas da alergia não se produziam.
Este anticorpo pode se rinyectado, mas também inalado, o que o torna um tratamento muito simples de gerenciar. De todas as formas, trata-se de um primeiro experimento, e ainda é preciso fazer mais testes para verificar a sua eficácia e, também, que seja seguro par ala saúde humana.

O meteorito, que acabou com os dinossauros inspira uma nova terapia contra o câncer

Pesquisadores chineses e britânicos conseguem matar células cancerígenas com irídio, um elemento muito abundante nos asteróides

O irídio é um elemento químico que, em sua forma sólida/metal se apresenta como o segundo elemento mais estável e denso que se conhece. Mas, dá-se o caso de que é mais fácil encontrá-lo no espaço que na Terra. De fato, costuma ser um dos elementos que fazem parte da composição básica dos asteróides, como o que caiu há 66 milhões de anos na Península de Yucatán (no atual México) e acabou causando a extinção dos dinossauros.
E esse asteróide foi o que inspirou uma equipe de pesquisadores das universidades de Warwick, na Grã-Bretanha, e Sun Yat-Sen, na China, para o desenvolvimento de uma nova terapia contra o câncer, que utiliza o irídio para matar as células tumorais.
Os autores da pesquisa, criaram um novo composto formado por irídio e material orgânico, que pode ser dirigido como um torpedo contra as células cancerígenas. E, uma vez nelas, o que ele faz é transformar o oxigênio que contêm no que se conhece como o oxigênio singlete, uma forma energeticamente excitado do oxigênio molecular, que é tóxica para as células e provoca a sua morte.
Todo esse processo é dirigido por um feixe de laser que penetra na pele e chega até as células, provocando a ativação do composto baseado em irídio. A boa notícia é que tudo isso é feito sem prejudicar em nenhum momento os tecidos que estão saudáveis. Há que explicar, isso sim, que estes resultados foram obtidos com tecidos cultivados em laboratório, e não terá que esperar para os testes com animais para ver se confirmam.
Tal como explicam os autores do estudo, como é habitual o uso de alguns metais preciosos como platina nos tratamentos de quimioterapia, e é de esperar que progressivamente se vão incorporando novos. E o irídio é um dos mais fortes candidatos.
Isso se, há que ter em conta que é um dos elementos mais abundantes do nosso planeta. Para se ter uma idéia basta ter em conta que o ouro é quarenta vezes mais abundante.

Criam o bacon mais saudável do mundo

É fruto do trabalho de químicos espanhóis

O bacon é um prazer culpado, para muita gente. Seu grande problema é que, como toda a carne processada, contendo nitratos, um tipo de aditivos que são utilizados, basicamente, para evitar o botulismo. Além disso, são os responsáveis por dar a este produto alimentar esse cor-de-rosa e essa textura tão características.
Se os nitratos não foram transformados pelo calor, são bastante bons para o organismo, já que se transformam em óxido nítrico, o que previne doenças cardiovasculares e inchaço. O problema surge quando freímos o bacon, já que o calor faz com que se produzam nitrosaminas, compostos que têm sido associado com o cancro colorectal.
Mas, agora, uma equipe de químicos espanhóis criaram a primeira variedade de bacon sem nitratos. E o tem feito substituindo-se este aditivo por extratos de frutas e especiarias que fazem com que a carne ainda conservando sua cor característica. Em relação ao sabor, seus criadores garantem que os voluntários que participaram dos testes de prova não observaram diferença alguma com o bacon tradicional.
Este produto vai começar a ser comercializados a partir de janeiro na Inglaterra, país onde o bacon é um dos ingredientes indispensáveis do típico café da manhã inglês. Mas é provável que se tem sucesso não possa nos levar vários em encontrá-lo também em nossos mercados.

O que é a encefalite autoimune, doença que se confunde com psicose

Nesta patologia, os anticorpos atacam o nosso cérebro e imita os sintomas de uma doença mental

Muitas vezes as coisas não são o que parecem, nem a pé da cama nos hospitais. É o caso de Emily Gavigan, uma paciente que foi rotulada como uma doente mental, psicose, quando, na realidade, o que lhe ocorria era algo bastante diferente.
O comportamento de Emily começou a tornar-se “estranho”, segundo disseram seus pais a CNN. Em uma ocasião, chamou seus amigos e familiares para avisá-los de que, supostamente, algo horrível lhes iria acontecer. Outro dia, desapareceu durante 24 horas, sem dar nenhum sinal e, finalmente, foi internada em um hospital psiquiátrico.
Os médicos testaram com vários medicamentos, mas nenhum conseguiu melhorar os sintomas. Além disso, Emily também se queixava de que não se sentia parte de seu rosto nem de suas mãos e chegou a convulsionar.
Finalmente, os médicos se deram conta de que o problema de Emily não era psiquiátrico, mas neurológico. Depois de não poucas pesquisas, perceberam que o que ocorria era que seu sistema imunológico estava atacando seu cérebro. Concretamente, tratava-se de uma encefalite auto-imune por anticorpos contra o receptor NMDA.
Uma encefalite é uma inflamação difusa do cérebro, o compartimento que abriga o nosso cérebro e pode estar relacionada a várias causas. Os anticorpos são moléculas do sistema imunológico produzidas por linfócitos do tipo B. Normalmente são projetados para atacar a agentes patogénicos externos, isto é, para nos defender. Mas, às vezes, se voltam contra componentes do nosso corpo, como ocorre em outras doenças, como a esclerose múltipla ou a doença de Crohn. Neste caso, os anticorpos estavam atacando os receptores NMDA, umas estruturas ligadas a alguns canais que deixam passar íons para o interior das células, quando estes receptores são estimuladas. Têm a função excitatoria e desempenham um papel importante em várias doenças como a esquizofrenia, doença de parkinson ou epilepsia, entre outros.
A descoberta desta doença deve-se ao neurologista e pesquisador catalão Josep Dalmau, que trabalha a cavalo entre a Universidade da Pensilvânia e Barcelona. Por trás desta doença podem ser encontrados de forma relativamente frequente um tumor. Sua presença pode desencadear o que se conhece como síndrome paraneoplásico. Esta síndrome é caracterizada pela produção de anticorpos pelo organismo em resposta a certos componentes do tumor que, infelizmente, acabam atacando estruturas do organismo que funcionam corretamente.
Mas, como terminou a história de Emily? Felizmente parece que bem. A encefalite auto-imune é a combater o sistema que propicia, ou seja, com fármacos imunossupressores, como os corticosteróides. Além disso, como existe a possibilidade de que um tumor possa estar desencadeando o quadro, é conveniente investigar esta possibilidade.

Por que nos meamos quando nos colocamos nervosos?

Se acontecer, não se sinta um bicho raro, é algo comum quando você está vivendo uma situação tensa ou sente estresse

É uma situação desagradável, não vamos negar, especialmente quando você está prestes a fazer um exame, uma entrevista de emprego ou está… nervoso. Basicamente, é essa a sensação que todos temos quando a nossa bexiga diz ao cérebro que você deve abrir comportas e tu não podes ir ao banheiro naquele momento. O Drama! Mas, por que ocorre?
Vejamos, quando você está tranquilo e nada te preocupa, a bexiga está relaxada enquanto esta se vai enchendo pouco a pouco de urina que vem do rim, até atingir mais ou menos meio litro. Enquanto isso, o esfíncter externo da mesma está fechado de forma hermética para que a urina não se escape. No momento em que o saco muscular está cheio, envia um sinal através da espinha dorsal até o cérebro para dizer “Ok, está completo. Vá ao banheiro”. É então, quando você está relaxando o esfíncter externo e pode deixar sair o fluxo de urina.
Apesar de que não há uma única causa para que isso ocorra, existem duas teorias que poderiam explicar. De acordo com o urologista da Universidade da Califórnia, o dr. Tom Chi, “quando um homem sente ansiedade ou está muito nervoso, o seu corpo pode reagir em ‘modo de luta-fuga’, o que faria com que nossos rins aumentasen a produção de urina e isso faça o que quiser mijar mais”. Outro médico, neste caso, o doutor Alan Wein, aponta que “sob tensão, o sistema nervoso central é ativado para funcionar a um nível mais elevado de sensibilidade, o que poderia significar que o nosso corpo precisa de menos para ativar o reflexo para poder mijar”.
Outra das ideias que aponta Chi é que “quando alguém está nervoso, os músculos se tensionam, entre eles os da bexiga, o que pode fazer com que ele mandara sinal errada de que se quer mijar”. Por isso, os especialistas apontam que a melhor solução no momento é procurar se distrair e fazer exercícios que possam relaxar a mente e os músculos.
Fonte: LiveScience

Este quebracabeça magnético pode chegar a ser perigoso para os seus filhos

Uma menina norte-americano de 2 anos engoliu 28 bolas magnéticas, as quais tinham formado um grande círculo magnético em seu estômago

Muito cuidado com o tipo de jogos que compramos para os mais pequenos da casa, por muito de moda que estejam, porque podem ocorrer surpresas, como o que viveu uma família de Colorado, nesta passada semana.
Ao que parece, sua filha de apenas 2 anos de idade, estava brincando com um jogo de bolas magnéticas, chamado comercialmente NeoCube, que permite fazer cubos perfeitos ou outras formas que você possa imaginar ajustando-as de posição. Mas já se sabe que crianças, com tão pouca idade não sabem medir bem os riscos e levam tudo à boca (tem que experimentar tudo) e, como não, acabou tragándose até 28 pequenos ímãs em forma de pequenas bolas, que se alojaram em seu estômago. Por se fosse pouco, dois deles estavam apertando parte de seu intestino e a força das peças estava fazendo um pequeno buraco. Um drama que você pode ver na foto.

A sorte quis que todos os ímãs de se ajuntarem, fazendo um círculo e não se desperdigaran pelo corpo, o que seria difícil a extração. E é que os médicos que atenderam a pequena usaram um tipo especial de endoscopia que implica inserir um tubo longo através da boca da menor até o estômago para poder extrair todos os ímãs. Se não tivesse funcionado ou as bolas se tivessem separado, talvez teriam que ter operado a menina ou até mesmo ter cortado uma parte do intestino se não teriam chegado a tempo.
Por que está à venda um jogo tão perigoso?
Em 2013, a Comissão de Segurança de Produtos ao Consumidor dos EUA retirou este jogo, já que o consideravam perigoso. Estes ímãs se juntam uns aos outros com tal força, que, se ingeridos, podem ser coladas contra as paredes do estômago, provocando graves lesões, como furos, bloqueios intestinais, envenenamento do sangue e até a morte. Mas em 2016, a empresa que os comercializa ganhou uma ação judicial para poder voltarem a vender, daí que não seja ilegal oferecê-las ao público. Já depende dos pais que comprem, saber até que ponto os seus filhos têm capacidade para usá-los.
No caso que temos tratado foi a pequena, que se interessou pelo quebra-cabeça, que estava na mesa de trabalho de seu pai. Portanto, não era um brinquedo que lhe tivessem comprado especificamente para ela, mas em um descuido, a menina levou-o à boca e tiveram que ir para o hospital.
Fonte: LiveScience

Descobrem ovos de parasitas que permaneceu para os antigos gregos

Estavam conservados em restos de fezes humanas e a sua idade foi datada entre os anos 4000 e 300 antes de nossa era

O Corpus Hippocraticum é a compilação de cerca de setenta textos médicos, escritos entre os séculos V e IV antes de nossa era, e tradicionalmente atribuídos a Hipócrates (o pai da medicina contemporânea) e seus colaboradores e discípulos. Nesse tratado se conclui que os antigos gregos sofriam uma verdadeira infestação de parasitas intestinais, os quais o autor classifica em três variedades: nematóides, nemátodos e vermes. E, agora, uma pesquisa realizada por especialistas da Universidade de Cambridge, encontrou evidências que confirmam o escrito por Hipócrates.
Os pesquisadores removieron os sedimentos de diferentes túmulos gregos do período compreendido entre o ano 4.000 e 300 adC. Seu objetivo era encontrar restos fossilizados de excrementos humanos, uma tarefa em que tiveram sucesso. E a surpresa foi ainda maior quando descobriram que alguns deles continham ovos de parasitas. Mas quais seriam os mesmos que descreve Hipócrates?
Pois, em grande parte, sim, já que os ovos encontrados pertenciam a uma variedade de nematóides chamado Ascaris lumbricoides, e a outra de nemátodos, conhecida como Enterobius vermicularis. Pelo contrário, não foram encontrados ovos de outras variedades descritas no tratado. Segundo os pesquisadores, isso pode dever-se a que os ovos das duas espécies de parasitas mencionadas, têm umas membranas externas mais robustas, o que lhes permitiu chegar intactos até os nossos dias.
Os autores dele studio acreditam que os parasitas intestinais, chegaram ao território da atual Grécia com os primeiros habitantes humanos que se instalaram na ilha de Kea.