Por que suar sangue desta mulher?

Tem um tempo síndrome hematohidrosis

Os estigmas e suar sangue parecia algo reservado para os santos e os místicos, mas não é bem assim. E o demonstra o caso de uma mulher italiana de 17 anos. A paciente sofre essas terríveis sangramento desde há três anos, às vezes até mesmo enquanto dorme. Mas, o que é o que acontece realmente?
A mulher sofre de uma rara síndrome que hematohidrosis, que provoca o sangramento ocasional, em geral, na área da testa e nas mãos, sem que haja nenhuma ferida visível. Foi descrito pela primeira vez por Aristóteles e, desde então, conhecem-se cerca de cinqüenta casos.
Os médicos ainda não sabe com certeza que é o que o provoca, mas pensa-se que pode ocorrer quando a pessoa vive sob condições constantes de estresse. No caso da jovem italiana, os médicos tentaram tratá-lo com ansiedade, mas não houve melhoria alguma.
Se houve em troca, quando lhe receitou um medicamento chamado Propanol com o qual, embora as hemorragias não desapareceram de todo, se começaram a ser menos intensas e menos freqüentes.

O paciente que tocava saxofone, enquanto lhe operado de um tumor cerebral

Os médicos tiveram que escolher uma melodia que não aumentasse muito a sua pressão intracraniana para não afetar a cirurgia

É possível que muitos leitores não lhes montante não poder tocar o saxofone depois de uma cirurgia que lhe salva a vida…especialmente se não sabemos tocá-lo. Mas, piadas à parte, a situação era bem diferente para Dar Fabbio, um professor de saxofone. Sua forma de ganhar a vida dependia de sua habilidade para tocar este instrumento e o problema residia em que tinha um tumor cerebral que devia operar-se, ainda a risco de afectar a sua capacidade para o saxofone.
Por isso, os médicos decidiram que, para tentar preservar tão valiosa habilidade tinham que operar a Dan acordado e, tocando esse instrumento. “O cérebro de todo o mundo está organizado, mais ou menos da mesma maneira”, comenta a Sciencedaily Brad são paulo, professor de neurociência da Universidade de Rochester. “Mas a localização específica de uma habilidade pode variar de alguns centímetros de uma pessoa para outra”, acrescenta.
Esse era um dos problemas de Dan. Mas o outro problema é que a negociação alguém tocando o saxofone não é o mesmo que intervir para uma pessoa tocando violão. O saxofone é um instrumento de sopro e requer tomar muito ar e expelerlo com força, algo que os médicos envolvidos no saxofone temiam, pois esta força pode gerar uma certa pressão intracraniana. Isso não tem qualquer importância, em condições normais, mas em uma pessoa com o crânio aberto sim que pode representar problemas.
Mas entre todos acharam uma solução. Encontraram uma melodia koreana de folk que Dão podia tocar através de inspirações e espiraciones curtas e com pouca força, de modo que a pressão intracraniana gerada deixaria de ser um problema. Os médicos também fizeram repetir o músico diferentes notas para verificar sua habilidade musical de maneira precisa, ao mesmo tempo que o submeteram a uma ressonância magnética funcional. Esta prova, além de mostrar o cérebro aponta que áreas são ativadas em tempo real, algo muito valioso para os médicos. Além disso, aplicaram estimulação elétrica em áreas específicas, algo que inibiu o processamento musical de Dan, em alguns casos, e forneceu dados valiosos para realizar a cirurgia de forma segura e precisa.
Finalmente, a operação correu bem. O tumor de Dan foi excisado e, além disso, manteve sua habilidade musical. O feliz caso foi publicado na revista Current Biology e mostra que a medicina e a técnica não param de nos surpreender.

Como pode uma pessoa com epilepsia, a condução em Portugal?

Um motorista foi atropelado aos dezessete pessoas e matou um bebê na praia de Copacabana, após sofrer um ataque epilético

Imagem do carro que causou o acidente no Rio de Janeiro.
A cidade do Rio de Janeiro ficou transtornada por um trágico acidente de trânsito. Um carro invadiu a calçada da praia de Copacabana, causando a morte de um bebê e feridas de distinta consideração a dezessete pessoas. O motorista, que foi preso, disse que tinha perdido o controle do veículo após sofrer um ataque de epilepsia. A veracidade de tais declarações ainda não foi confirmada ou desmentida pelas autoridades, apesar de uma cadeia de televisão local, afirmou que, sim, foram encontrados no veículo medicamentos para o tratamento desta doença.
Mas, segundo esta notícia, nos perguntamos: como Pode uma pessoa com epilepsia, a condução em Portugal? O Que diz a legislação a respeito? Até o ano de 2010, as pessoas que tinham sido diagnosticadas com a doença, eram proibidos de dirigir. Nessa data, foi introduzida uma nova regra no Regulamento Geral de Condutores que autorizava os pacientes com epilepsia para poder conduzir, desde que possam comprovar com relatórios médicos que tinham passado um ano, sem sofrer acidente vascular cerebral.
A norma especifica que se deve considerar que alguém sofre de epilepsia, quando sofreu dois crise ou em um prazo menor de cinco anos, e que a causa dessas crises seja identificável e evitável. Nesse caso, a pessoa terá que deixar de conduzir. E para poder obter a autorização que lhe permita chegar ao volante de novo, deverá submeter-se a tramiento médico, e comprovar que não voltou a sofrer essas crises no período de um ano desde o início do mesmo. Mas existe uma exceção a essa regra. E é que os pacientes que podem demonstrar com relatórios médicos que apenas sofrem de crises epiléticas enquanto dormem, não estão obrigados ou deixar de conduzir.
Esta alteração regulamentar introduzida em 2010, foi realizada com base nos resultados de um estudo financiado pela União Europeia e intitulado Epilepsia e Condução na Europa. Os especialistas que participaram na sua realização chegaram à conclusão de que os pacientes de epilepsia tinham apenas 1,8% a mais de risco de sofrer um acidente de trânsito. Um percentual menor, do que as pessoas que consumiam álcool de forma moderada (2%), ou as pessoas com sonolência (7%). Por esse motivo, recomendavam que fossem os neurologistas que avaliassem o risco de cada paciente em particular.

Até 57% dos atletas se dopa e o pior é que não conseguimos detectar

Uma pesquisa realizada no Mundial de Atletismo de 2011 e os Jogos Panarábicos mostra a enorme taxa de doping que não é detectado

Sabemos que existe o problema, mas não conseguimos detectá-lo e muito menos atajarlo por completo. Falamos do doping, uma das maiores lacras do desporto profissional, além disso, podem ter consequências sobre a saúde dos atletas.
De acordo com uma pesquisa realizada entre 2167 atletas em dois eventos esportivos diferentes, o número de profissionais que reconheceu ter se dopado no último ano, veio até o surpreendente 43,6%, no caso de atleta entrevistados em l 13º Mundial de Atletismo, realizado na Coreia do Sul em 2011. Por outro lado, o 57,1% dos concorrentes nos Jogos Panarábicos que tiveram lugar no Qatar, em dezembro de 2011 asseguraram ter-se dopado durante os últimos doze meses.
Além disso, a prevalência do uso de suplementos foi de 70% no caso dos atletas que participaram dos jogos Panarábicos. O estudo foi publicado recentemente na revista Sports Medicine e foi realizado por pesquisadores de diferentes nacionalidades.
Os dados são especialmente surpreendentes, que contrastam com a taxa de detecção de doping através de diferentes testes. Assim, os autores destacam que, através da análise de urina e de sangue, a taxa de doping detectada oscila entre 1 e 2% dos atletas. Esta cifra se eleva até o dia 14% quando se utiliza o método do “passaporte biológico”, longe de os dados oferecidos por esta pesquisa.
De fato, os autores do artigo, no seu n.º de conclusões, põem de manifesto que seus resultados apontam como o doping está amplamente difundido entre os atletas de elite, apesar de os testes biológicos que ocorrem atualmente, o que coloca a necessidade de desenvolver métodos mais precisos para dar caça aos atletas fraudes.

A transfusão de sangue de mulheres que foram mães pode ser perigosa para o homem

Uma pesquisa observacional revela que houve um 13% de aumento no risco de morte entre os homens que receberam sangue de mulheres que tinham estado grávidas. De todas formas, os resultados há que tomá-los com cautela

Um estudo realizado por pesquisadores holandeses, e cujos resultados foram publicados na revista JAMA, revelou um dado que promete levantar uma grande polêmica. E é que, segundo este relatório, a transfusão de sangue de mulheres que foram mães pode aumentar em até 13% o risco de morte em homens.
Os pesquisadores realizaram o estudo com 31.000 voluntários ao longo de vários anos. E durante o período que durou a pesquisa, foram mortas cerca de 4000 pacientes masculinos. Os autores do estudo, comprovaram que a mortalidade foi significativamente maior naqueles que receberam sangue de mulheres que eram mães. No entanto, não havia nenhum aumento especial nem nos homens que haviam recebido transfusões de mulheres que não tinham dado a luz nunca, nem no grupo das mulheres (com independência de que o sangue que tivessem recebido delas proceder de mulheres que tinham sido mães ou não).
Mas, qual é a causa dessa anomalia? Os autores do estudo não sabem, com certeza, mas operam como uma hipótese. Explicam que, às vezes, as pessoas que recebem transfusão de sangue pode sofrer uma síndrome conhecida como TRALI, que consiste em uma lesão pulmonar aguda. Os pesquisadores acreditam que as mudanças que a gravidez provoca no sistema auto-imune da mulher podem reflectir-se no seu sangue e aumentar o risco de sofrer TRALI em o homem que recebe a transfusão.
De todas formas, há que ter em conta que se trata apenas de um estudo observacional, o que faz necessário realizar mais experimentos para confirmar a validade destes resultados, e descartar assim que esse aumento no risco de mortalidade de não obedecer a outras causas.

Dormir de lado durante a gravidez poderia evitar a morte prematura do feto

Uma pesquisa revela que as mulheres que dormem de barriga para cima durante os últimos três meses de gravidez têm mais risco de perder o filho que esperam

O que é melhor durante a gravidez: dormir de barriga para cima ou de lado? Um estudo realizado por membros do Tania s Stillbirth Research Centre at St Mary’s Hospital, em Manchester, revela que a segunda das duas opções pode ajudar a prevenir a morte prematura do feto durante os últimos três meses de gestação.
Os autores do relatório analisaram os casos de mais de mil mulheres, parte das quais tinham perdido o filho que esperavam, enquanto que o resto haviam terminado a gravidez feliz. E notaram que aqueles que dormiam de barriga para cima durante os últimos três meses, tinham o dobro de risco de perder seu bebê.
A causa de que isto é assim ainda não se conhece com certeza, embora os especialistas suspeitam que pode dever-se a que o peso combinado do bebê e o útero pode exercer uma pressão excessiva sobre os vasos sanguíneos, impedindo que chegue sangue suficiente para o feto. Em contrapartida, ao dormir sobre um dos lados (da mesma forma que seja, o esquerdo ou o direito, já que o estudo não encontrou diferenças entre os dois casos), essa pressão é aliviada.
Os autores do estudo não querem nem que nenhuma mulher grávida entre em pânico ao acordar no meio da noite e ver que está deitada de costas, pensando que seu bebê está em risco de morte. E alertam que o mais importante é a posição em que a pessoa se deita, já que essa é a que passa a maior parte do tempo de sono, apesar de, em seguida, pode mudar durante a noite.
Ainda assim, para evitar sustos desnecessários, os médicos aconselham as grávidas, colocar travesseiros atrás das costas, para que as impeçam de se deitar sobre ela.