Um estudo afirma que o bdsm é saudável

Uma nova pesquisa afirma que é um hobby comparável a fazer desporto

O bdsm tem má fama. Sempre foi considerado uma prática sexual extrema, mesmo que você o tenha qualificado de perversão, e está relacionada com os desejos de dominação de algumas pessoas, ou de ser humilhado. E pode ser que tudo isso seja verdade, mas, agora, um novo estudo realizado por especialistas da Idaho State University, e cujos resultados foram publicados no Journal of Positive Sexuallity, afirma que, no fundo, é apenas uma forma de entretenimento tão psicologicamente saudável (desde que se pratique de forma voluntária) como jogar golfe, fazer caminhadas ou praticar a fotografia.
Os pesquisadores analisaram as experiências de mil pessoas de ambos os sexos amadoras ao bondage e a outras práticas sexuais que podem ser englobadas dentro do sadomaso, para tentar descobrir suas motivações e os sentimentos que obtinham. E o que descobriram foi que a ânsia de dominar e ser dominado, ou qualquer outra motivação que possa ser “sombrio” para os olhos das mentes menos abertas, não era o que consideravam mais relevantes.
Na realidade, os voluntários, esclarecer que, para eles, o sadomaso era apenas uma forma de jogar, de libertar stress… Um hobby em definitiva. Com base nesses resultados, os pesquisadores consideram que o bdsm deve deixar de ser uma prática socialmente estigmatizada já que, para muitas das pessoas que o praticavam, era um hobby que lhes proporcionava alguns benefícios psicológicos e emocionais semelhantes aos que outros obtêm fazendo esporte.
Também avisam que isso não quer dizer que o sadomaso seja bom para qualquer pessoa. Na verdade, é quase como qualquer outra paixão na vida. Há quem aproveite, saindo a correr de um par de horas, e há também aquele plano pode parecer uma tortura. E com esta prática sexual acontece o mesmo.
O que os pesquisadores pretendem com este estudo não é que todos nós nos lançamos em cheio a praticar bdsm, mas que não deixemos de olhar para aqueles que o fazem como se fossem meros pervertidos. Em resumo, aqueles que o praticam no fundo são tão “chatos”, como os que saímos a campo para ver pássaros. Bom, talvez um pouco menos.

Por que suar sangue desta mulher?

Tem um tempo síndrome hematohidrosis

Os estigmas e suar sangue parecia algo reservado para os santos e os místicos, mas não é bem assim. E o demonstra o caso de uma mulher italiana de 17 anos. A paciente sofre essas terríveis sangramento desde há três anos, às vezes até mesmo enquanto dorme. Mas, o que é o que acontece realmente?
A mulher sofre de uma rara síndrome que hematohidrosis, que provoca o sangramento ocasional, em geral, na área da testa e nas mãos, sem que haja nenhuma ferida visível. Foi descrito pela primeira vez por Aristóteles e, desde então, conhecem-se cerca de cinqüenta casos.
Os médicos ainda não sabe com certeza que é o que o provoca, mas pensa-se que pode ocorrer quando a pessoa vive sob condições constantes de estresse. No caso da jovem italiana, os médicos tentaram tratá-lo com ansiedade, mas não houve melhoria alguma.
Se houve em troca, quando lhe receitou um medicamento chamado Propanol com o qual, embora as hemorragias não desapareceram de todo, se começaram a ser menos intensas e menos freqüentes.

O paciente que tocava saxofone, enquanto lhe operado de um tumor cerebral

Os médicos tiveram que escolher uma melodia que não aumentasse muito a sua pressão intracraniana para não afetar a cirurgia

É possível que muitos leitores não lhes montante não poder tocar o saxofone depois de uma cirurgia que lhe salva a vida…especialmente se não sabemos tocá-lo. Mas, piadas à parte, a situação era bem diferente para Dar Fabbio, um professor de saxofone. Sua forma de ganhar a vida dependia de sua habilidade para tocar este instrumento e o problema residia em que tinha um tumor cerebral que devia operar-se, ainda a risco de afectar a sua capacidade para o saxofone.
Por isso, os médicos decidiram que, para tentar preservar tão valiosa habilidade tinham que operar a Dan acordado e, tocando esse instrumento. “O cérebro de todo o mundo está organizado, mais ou menos da mesma maneira”, comenta a Sciencedaily Brad são paulo, professor de neurociência da Universidade de Rochester. “Mas a localização específica de uma habilidade pode variar de alguns centímetros de uma pessoa para outra”, acrescenta.
Esse era um dos problemas de Dan. Mas o outro problema é que a negociação alguém tocando o saxofone não é o mesmo que intervir para uma pessoa tocando violão. O saxofone é um instrumento de sopro e requer tomar muito ar e expelerlo com força, algo que os médicos envolvidos no saxofone temiam, pois esta força pode gerar uma certa pressão intracraniana. Isso não tem qualquer importância, em condições normais, mas em uma pessoa com o crânio aberto sim que pode representar problemas.
Mas entre todos acharam uma solução. Encontraram uma melodia koreana de folk que Dão podia tocar através de inspirações e espiraciones curtas e com pouca força, de modo que a pressão intracraniana gerada deixaria de ser um problema. Os médicos também fizeram repetir o músico diferentes notas para verificar sua habilidade musical de maneira precisa, ao mesmo tempo que o submeteram a uma ressonância magnética funcional. Esta prova, além de mostrar o cérebro aponta que áreas são ativadas em tempo real, algo muito valioso para os médicos. Além disso, aplicaram estimulação elétrica em áreas específicas, algo que inibiu o processamento musical de Dan, em alguns casos, e forneceu dados valiosos para realizar a cirurgia de forma segura e precisa.
Finalmente, a operação correu bem. O tumor de Dan foi excisado e, além disso, manteve sua habilidade musical. O feliz caso foi publicado na revista Current Biology e mostra que a medicina e a técnica não param de nos surpreender.

Como pode uma pessoa com epilepsia, a condução em Portugal?

Um motorista foi atropelado aos dezessete pessoas e matou um bebê na praia de Copacabana, após sofrer um ataque epilético

Imagem do carro que causou o acidente no Rio de Janeiro.
A cidade do Rio de Janeiro ficou transtornada por um trágico acidente de trânsito. Um carro invadiu a calçada da praia de Copacabana, causando a morte de um bebê e feridas de distinta consideração a dezessete pessoas. O motorista, que foi preso, disse que tinha perdido o controle do veículo após sofrer um ataque de epilepsia. A veracidade de tais declarações ainda não foi confirmada ou desmentida pelas autoridades, apesar de uma cadeia de televisão local, afirmou que, sim, foram encontrados no veículo medicamentos para o tratamento desta doença.
Mas, segundo esta notícia, nos perguntamos: como Pode uma pessoa com epilepsia, a condução em Portugal? O Que diz a legislação a respeito? Até o ano de 2010, as pessoas que tinham sido diagnosticadas com a doença, eram proibidos de dirigir. Nessa data, foi introduzida uma nova regra no Regulamento Geral de Condutores que autorizava os pacientes com epilepsia para poder conduzir, desde que possam comprovar com relatórios médicos que tinham passado um ano, sem sofrer acidente vascular cerebral.
A norma especifica que se deve considerar que alguém sofre de epilepsia, quando sofreu dois crise ou em um prazo menor de cinco anos, e que a causa dessas crises seja identificável e evitável. Nesse caso, a pessoa terá que deixar de conduzir. E para poder obter a autorização que lhe permita chegar ao volante de novo, deverá submeter-se a tramiento médico, e comprovar que não voltou a sofrer essas crises no período de um ano desde o início do mesmo. Mas existe uma exceção a essa regra. E é que os pacientes que podem demonstrar com relatórios médicos que apenas sofrem de crises epiléticas enquanto dormem, não estão obrigados ou deixar de conduzir.
Esta alteração regulamentar introduzida em 2010, foi realizada com base nos resultados de um estudo financiado pela União Europeia e intitulado Epilepsia e Condução na Europa. Os especialistas que participaram na sua realização chegaram à conclusão de que os pacientes de epilepsia tinham apenas 1,8% a mais de risco de sofrer um acidente de trânsito. Um percentual menor, do que as pessoas que consumiam álcool de forma moderada (2%), ou as pessoas com sonolência (7%). Por esse motivo, recomendavam que fossem os neurologistas que avaliassem o risco de cada paciente em particular.

Até 57% dos atletas se dopa e o pior é que não conseguimos detectar

Uma pesquisa realizada no Mundial de Atletismo de 2011 e os Jogos Panarábicos mostra a enorme taxa de doping que não é detectado

Sabemos que existe o problema, mas não conseguimos detectá-lo e muito menos atajarlo por completo. Falamos do doping, uma das maiores lacras do desporto profissional, além disso, podem ter consequências sobre a saúde dos atletas.
De acordo com uma pesquisa realizada entre 2167 atletas em dois eventos esportivos diferentes, o número de profissionais que reconheceu ter se dopado no último ano, veio até o surpreendente 43,6%, no caso de atleta entrevistados em l 13º Mundial de Atletismo, realizado na Coreia do Sul em 2011. Por outro lado, o 57,1% dos concorrentes nos Jogos Panarábicos que tiveram lugar no Qatar, em dezembro de 2011 asseguraram ter-se dopado durante os últimos doze meses.
Além disso, a prevalência do uso de suplementos foi de 70% no caso dos atletas que participaram dos jogos Panarábicos. O estudo foi publicado recentemente na revista Sports Medicine e foi realizado por pesquisadores de diferentes nacionalidades.
Os dados são especialmente surpreendentes, que contrastam com a taxa de detecção de doping através de diferentes testes. Assim, os autores destacam que, através da análise de urina e de sangue, a taxa de doping detectada oscila entre 1 e 2% dos atletas. Esta cifra se eleva até o dia 14% quando se utiliza o método do “passaporte biológico”, longe de os dados oferecidos por esta pesquisa.
De fato, os autores do artigo, no seu n.º de conclusões, põem de manifesto que seus resultados apontam como o doping está amplamente difundido entre os atletas de elite, apesar de os testes biológicos que ocorrem atualmente, o que coloca a necessidade de desenvolver métodos mais precisos para dar caça aos atletas fraudes.