O polêmico médico Canavero afirma que já fez o primeiro transplante de cabeça

A suposta operação teria feito com corpos em um hospital chinês

O neurocirurgião italiano Sergio Canavero é conhecido como o doutor Frankenstein, por seu empenho em um projeto surpreendente: realizar um transplante de cabeça. Pois bem, o peculiar médico garante que a primeira fase do projeto já foi concluído com sucesso. Canavero afirma que sempre completando com sucesso o transplante de uma cabeça em outro corpo, em uma intervenção de prova realizada com dois cadáveres. Segundo afirma, a intervenção feita em Harbin Medical University, na China, e teve uma duração de dezoito horas (muito inferior, portanto, aos trinta e seis inicialmente previstas). E, segundo suas palavras, teria sido realizado com sucesso reconectar a medula espinhal, os nervos e os vasos sanguíneos.
É claro, dizer que o anúncio foi recebido com ceticismo, é ficar curto, já que Canavero não ofereceu nenhuma prova ou evidência de seu suposto realização. Apesar disso, o médico italiano afirma que a próxima etapa do projeto será realizada em breve, e consiste em transplantar um cérebro de um paciente vivo. Novamente, a hipotética operação é realizada na China.
Foi em 1954, quando o cientista soviético Vladimir Démijov realizou a primeira operação deste tipo ao trocar as cabeças de dois cães. Embora os animais só sobreviveu alguns dias. Posteriormente, em 1970, cientistas da Escola de Medicina da Universidade Case Western Reserve, transplantada a cabeça de um macaco para o corpo do outro, com o resultado de que o animal sobreviveu a um certo tempo e foi capaz, aparentemente, de conservas seus sentidos intactos. Mais recentemente, o pesquisador chinês Xiaoping Ren, conseguiu transplantar as cabeças de vários ratos, apesar de suas cobaias, só sobreviveu um dia.
E, precisamente, de acordo com Canavero, também foi Xiaoping Ren, que fez a intervenção que supostamente se acaba de fazer na China. De todas as formas, como já avançado, a comunidade científica não concede muita crédito ao anúncio feito pelo cirurgião italiano.

A farmacêutica Pfizer não continuará investigando sobre o mal de alzheimer

A partir de agora, centrar-se-ão em procurar tratamentos para doenças neurológicas raras

A empresa norte-americana Pfizer, uma das empresas líderes na indústria farmacêutica, anunciou que não continuará investigando a pesquisa de tratamentos para a doença de parkinson ou o alzheimer. A decisão já foi tomada devido à falta de resultados durante todos estes anos.
A notícia caiu como um balde de água fria em todos os órgãos mundiais relacionados com a saúde. A empresa garantiu que vai realocar o capital monetário e humano que dedicava a essa linha de pesquisa, para outra centrada nas doenças neurológicas raras. Apesar disso, esta mudança de orientação, vai implicar a perda de, pelo menos, trezentos postos de trabalho.
A empresa foi fundada em 1849 por Charles Pfizer e Charles Erhart, dois imigrantes alemães, instalados em Nova York. Seu primeiro medicamento foi a santonina, um produto que lutava os vermes intestinais. Um dos maiores marcos de sua história o conseguiram, em 1942, quando se tornaram o primeiro laboratório que começou a produzir penicilina em escala mundial. E outro em 1998, quando lançou no mercado a famosa pílula viagra, para tratar a disfunção eréctil.

Ver através da pele: a nova tecnologia dirigida a médicos e cirurgiões

Este projeto experimental da Universidade de Alberta, no Canadá, procura ajudar o setor de medicina a tratar seus pacientes, sem ter que chegar a uma cirurgia practicarles

Se há algo que você gostaria de ter para os médicos é a visão de raios X, a possibilidade de ver através da pele e os ossos de pessoas para poder saber melhor de onde vem uma dor, um sintoma, uma ruptura… Agora, um grupo de pesquisadores da universidade canadense de Alberta quer dar uma solução que não obrigue a realizar uma cirurgia invasiva no paciente.
Trata-Se de ProjectDR, um sistema de realidade aumentada que permite aos médicos e cirurgiões incluir a informação obtida por raios-x, tomografia computadorizada ou ressonância magnética em imagens projetadas sobre os corpos. Uma forma de ver através da pele, diretamente sobre o paciente: “A capacidade de projetar imagens médicas em seus corpos ajuda a quem as venha a recuperar a informação anatómica específica do paciente em um contexto, o que permite uma interpretação mais precisa”, diz Pierre Boulanger, professor do Departamento de Ciência da Computação da universidade.
“Usando este sistema em 3D, os pacientes podem ser digitalizados antes do procedimento e essas imagens podem ser usadas como guias para realizar cirurgias, incluindo a localização, em tempo real, as ferramentas usadas pelo cirurgião em relação à informação projetada. Além disso, o aspecto em tempo real do sistema permite que este alinhamento se adaptar ao movimento do paciente e que mostre imagens de vídeo, como o que é utilizado em cirurgias endoscópicas”, destaca Boulanger.
Aqui está um exemplo em vídeo de todo o seu trabalho, o qual não requer nenhum tipo de tecnologia agregada, apenas os olhos do cirurgião sobre o corpo da pessoa que vai ser operado.

Fonte: Digital Trends
Tags: biotecnologia e medicina.

Você Realmente tem causado a maconha, a morte de um bebê nos ESTADOS unidos?

Um relatório médico recolhe o que poderia ser o primeiro caso conhecido, embora nem todos os especialistas estão de acordo com as conclusões do estudo

Os resultados de um relatório publicado na revista especializada Clinical Practice and Cases in Emergency Medicine, sustentam que a morte de um bebê de onze meses, ocorrida em 2015, em Denver, Colorado, deveu-se a causas desconhecidas, mas estabelece a existência de um vínculo entre a morte da criança e a presença de maconha em seu organismo.
O menino foi internado depois de passar dois dias com sintomas que incluíam vômito e convulsões esporádicas. Pouco tempo depois de ser internado, sofreu uma parada cardíaca e acabou falecendo antes de uma hora depois. Os médicos certificaram que o bebê tinha morrido por uma miocardite, uma inflamação do músculo cardíaco, que faz com que o coração não pode bombear sangue adequadamente. Trata-Se de uma doença que raramente ocorre em recém-nascidos. Então, o que foi o que a provocou, neste caso?
A causa mais comum de miocardite é a infecção de um vírus chamado coxsackievirus, mas também pode ser provocada pela presença de fungos ou parasitas. Mas as provas realizadas descartaram estas possibilidades. Em troca, os testes clínicos revelaram a presença no organismo do bebê de restos de tetrahidrocanabinol, o principal composto psicoactivo da cannabis. E, dado que a miocardite também tem sido associada ao consumo de drogas, os autores do estudo apontam que, à falta de outros dados, a maconha pode ter influenciado (embora não o afirmam de modo taxativo) a morte do menino.
Mas muitos especialistas consideram que estas conclusões são muito prematuras. Por quê? Entre outros motivos, porque se desconhece como foi exposto o bebê à maconha. Como lhe fizeram tragarla, é a”…? Alguns sugerem que, em função de qual for o modo e a via de ingestão, podem existir muitas variáveis que lance luz sobre as causa da morte. E colocam um exemplo: desde que se legalizou a maconha no Colorado, são vendidos gomas feitas com este produto, e pode dar-se o caso de que a criança fosse alérgico a algum de seus componentes. De fato, os próprios autores do relatório reconhecem que a correlação (a presença de restos de cannabis no organismo) nem sempre significa causalidade.
Convém também lembrar que não se conhece uma dose letal de maconha. Os experimentos realizados com animais na década de 1970, revelaram que a ingestão desta substância tinha evidentes efeitos sobre a saúde dos mortos, mas não os matava. De fato, todas as mortes relacionadas com o consumo desta substância são devido a que a pessoa estava fazendo alguma atividade de risco (dirigir, operar máquinas pesadas…) enquanto consumia, ou que sofria de alguma doença grave já pré-existente.

Estas são as 6 drogas que mais se consomem nas chemsex, as maratonas de sexo

As substâncias estimulantes que permitem aguentar mais de 48 horas seguidas de dança e sexo desenfreado

O termo chemsex começou a popularizar-se nos Estados Unidos há pouco mais de uma década, e pouco a pouco foi se estendendo para toda a Europa. Esse nome se refere ao uso de drogas e substâncias químicas para poder manter longas jornadas de relações sexuais. Seriam, portanto, festas maratona significam calor que podem durar até 72 horas, em que os participantes consomem substâncias estimulantes que lhes permitam manter relações sexuais de forma aleatória e de forma desenfreada possível, com outros participantes.
Inicialmente, as chemsex nasceram em ambientes gay, mas não tardaram em surgir suas versões para hetesosexuales. Mas, quais são as substâncias que mais se consomem nas festas extremas? Nesta galeria vo-lo temos.

Estudam uma rara doença causada por orgasmos que só afeta os homens

Só a têm cerca de 200 pacientes em todo o mundo, que têm febre e perdem a capacidade de falar e escrever depois de ter um orgasmo

Como pode um orgasmo causar algo semelhante a uma forte reação alérgica? Parece que sim. O chamado de Síndrome de Doença Pós-Orgásmica (POIS), é uma doença que confunde os médicos. Só se conhecem cerca de duzentos casos em todo o mundo, e parece que só afeta os homens. Agora, uma equipe de pesquisadores da Tulane University School of Medicine, nos Estados Unidos, decidiu estudar este peculiar síndrome.
Aqueles que sofrem experimentam após o orgasmo (em um período que abrange desde poucos segundos até o decurso de poucas horas), uma série de sintomas que vão desde uma gripe, diarreia, dor de cabeça e musculares, e até mesmo a incapacidade para falar, ler ou escrever.
Esta síndrome foi descrita pela primeira vez em 2002, com o holandês Marcel Waldinger, neurologista da Universidade de Ultrecht e, o que é certo, é que os médicos não sabem que é o que o produz. Os especialistas indicam várias hipóteses, uma das quais seria a de que o paciente for alérgico ao seu próprio esperma. Mas também há médicos que pensam que poderia ser provocado por uma liberação excessiva de dopamina e outros neurotransmissores durante o orgasmo, já que o estado em que está mergulhado o paciente se assemelha um pouco ao trance, que produzem algumas drogas como a heroína.
Em 2012, um outro estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Rutgers em Newark, nos Estados Unidos, postulou uma nova hipótese, que a síndrome estivesse causado por uma atrofia do nervo vago. Mas o certo é que não há evidências que apoiem nenhuma destas teorias sobre o resto.
Como já dissemos, trata-se de uma síndrome que afeta apenas os homens, mas, em 2016, um estudo da Universidade de Harvard apontou que poderiam também todos os sofrimentos das mulheres. O relatório propunha que algumas pacientes femininas manifestavam sintomas semelhantes aos do POIS ligados a uma infecção ou irritação do tecido do trato genital inferior. Pior, a maioria dos especialistas não estão de acordo em que ambas as patologias são a mesma.
O fato é que as causas da Síndrome de Doença Pós-Orgásmica continuam sendo um mistério, o que implica que não exista um tratamento eficaz para o mesmo.

Este smoothie saudável tem um ingrediente muito tóxico O Sabrías qual é?

Trata-Se de flores. São narcisos, e não devem ser nunca a comida ou bebida

A rede tem circulado esta foto que alguém subiu no Instagram. Trata-Se de um batido sem glúten e preparado com ingredientes supostamente saudáveis. Mas um botânico inglês chamado James Wong, foi notado que o preparado contém um elemento que pode ser muito tóxico.
Trata-Se de flores. São narcisos e se ingeridos podem provocar diarrera e problemas cardíacos e respiratórios. Em alguns casos extremos podem chegar a causar a morte do paciente, auqnue isso não é algo muito comum. E a culpa desses efeitos é a licorina, um de seus compostos, já que trata-se de um alcalóide com propriedades tóxicas.
A grã-Bretanha é o país da União Eurpea onde se regbistran mais casos de intoxicação causados por narcisos. Em 2012, as crianças de uma sala de jantar escolar tuvieorn que ser admitido, porque alguém colocou um bulbo de estas flores na sua sopa. A causa é que a sua aparência se assemelha muito ao das cebolas pequenas. E em 2015, o Minsiterio de Saúde britânico teve de retirar uma ordem pedindo para os supermercados do país que mantenham os narcisos afastados das zonas onde estavam as frutas e os alimentos frescos.
Em princípio, se as flores do shake não comem, não teria nenhum problema para a saúde. Mas também pode ser que, acidentalmente, tenham contaminado com licorina o resto da bebida. E ,nesse caso, a vista apresuarada ao desejos de banho não nos tira ninguém.