Ver através da pele: a nova tecnologia dirigida a médicos e cirurgiões

Este projeto experimental da Universidade de Alberta, no Canadá, procura ajudar o setor de medicina a tratar seus pacientes, sem ter que chegar a uma cirurgia practicarles

Se há algo que você gostaria de ter para os médicos é a visão de raios X, a possibilidade de ver através da pele e os ossos de pessoas para poder saber melhor de onde vem uma dor, um sintoma, uma ruptura… Agora, um grupo de pesquisadores da universidade canadense de Alberta quer dar uma solução que não obrigue a realizar uma cirurgia invasiva no paciente.
Trata-Se de ProjectDR, um sistema de realidade aumentada que permite aos médicos e cirurgiões incluir a informação obtida por raios-x, tomografia computadorizada ou ressonância magnética em imagens projetadas sobre os corpos. Uma forma de ver através da pele, diretamente sobre o paciente: “A capacidade de projetar imagens médicas em seus corpos ajuda a quem as venha a recuperar a informação anatómica específica do paciente em um contexto, o que permite uma interpretação mais precisa”, diz Pierre Boulanger, professor do Departamento de Ciência da Computação da universidade.
“Usando este sistema em 3D, os pacientes podem ser digitalizados antes do procedimento e essas imagens podem ser usadas como guias para realizar cirurgias, incluindo a localização, em tempo real, as ferramentas usadas pelo cirurgião em relação à informação projetada. Além disso, o aspecto em tempo real do sistema permite que este alinhamento se adaptar ao movimento do paciente e que mostre imagens de vídeo, como o que é utilizado em cirurgias endoscópicas”, destaca Boulanger.
Aqui está um exemplo em vídeo de todo o seu trabalho, o qual não requer nenhum tipo de tecnologia agregada, apenas os olhos do cirurgião sobre o corpo da pessoa que vai ser operado.

Fonte: Digital Trends
Tags: biotecnologia e medicina.

Você Realmente tem causado a maconha, a morte de um bebê nos ESTADOS unidos?

Um relatório médico recolhe o que poderia ser o primeiro caso conhecido, embora nem todos os especialistas estão de acordo com as conclusões do estudo

Os resultados de um relatório publicado na revista especializada Clinical Practice and Cases in Emergency Medicine, sustentam que a morte de um bebê de onze meses, ocorrida em 2015, em Denver, Colorado, deveu-se a causas desconhecidas, mas estabelece a existência de um vínculo entre a morte da criança e a presença de maconha em seu organismo.
O menino foi internado depois de passar dois dias com sintomas que incluíam vômito e convulsões esporádicas. Pouco tempo depois de ser internado, sofreu uma parada cardíaca e acabou falecendo antes de uma hora depois. Os médicos certificaram que o bebê tinha morrido por uma miocardite, uma inflamação do músculo cardíaco, que faz com que o coração não pode bombear sangue adequadamente. Trata-Se de uma doença que raramente ocorre em recém-nascidos. Então, o que foi o que a provocou, neste caso?
A causa mais comum de miocardite é a infecção de um vírus chamado coxsackievirus, mas também pode ser provocada pela presença de fungos ou parasitas. Mas as provas realizadas descartaram estas possibilidades. Em troca, os testes clínicos revelaram a presença no organismo do bebê de restos de tetrahidrocanabinol, o principal composto psicoactivo da cannabis. E, dado que a miocardite também tem sido associada ao consumo de drogas, os autores do estudo apontam que, à falta de outros dados, a maconha pode ter influenciado (embora não o afirmam de modo taxativo) a morte do menino.
Mas muitos especialistas consideram que estas conclusões são muito prematuras. Por quê? Entre outros motivos, porque se desconhece como foi exposto o bebê à maconha. Como lhe fizeram tragarla, é a”…? Alguns sugerem que, em função de qual for o modo e a via de ingestão, podem existir muitas variáveis que lance luz sobre as causa da morte. E colocam um exemplo: desde que se legalizou a maconha no Colorado, são vendidos gomas feitas com este produto, e pode dar-se o caso de que a criança fosse alérgico a algum de seus componentes. De fato, os próprios autores do relatório reconhecem que a correlação (a presença de restos de cannabis no organismo) nem sempre significa causalidade.
Convém também lembrar que não se conhece uma dose letal de maconha. Os experimentos realizados com animais na década de 1970, revelaram que a ingestão desta substância tinha evidentes efeitos sobre a saúde dos mortos, mas não os matava. De fato, todas as mortes relacionadas com o consumo desta substância são devido a que a pessoa estava fazendo alguma atividade de risco (dirigir, operar máquinas pesadas…) enquanto consumia, ou que sofria de alguma doença grave já pré-existente.

Estas são as 6 drogas que mais se consomem nas chemsex, as maratonas de sexo

As substâncias estimulantes que permitem aguentar mais de 48 horas seguidas de dança e sexo desenfreado

O termo chemsex começou a popularizar-se nos Estados Unidos há pouco mais de uma década, e pouco a pouco foi se estendendo para toda a Europa. Esse nome se refere ao uso de drogas e substâncias químicas para poder manter longas jornadas de relações sexuais. Seriam, portanto, festas maratona significam calor que podem durar até 72 horas, em que os participantes consomem substâncias estimulantes que lhes permitam manter relações sexuais de forma aleatória e de forma desenfreada possível, com outros participantes.
Inicialmente, as chemsex nasceram em ambientes gay, mas não tardaram em surgir suas versões para hetesosexuales. Mas, quais são as substâncias que mais se consomem nas festas extremas? Nesta galeria vo-lo temos.

Estudam uma rara doença causada por orgasmos que só afeta os homens

Só a têm cerca de 200 pacientes em todo o mundo, que têm febre e perdem a capacidade de falar e escrever depois de ter um orgasmo

Como pode um orgasmo causar algo semelhante a uma forte reação alérgica? Parece que sim. O chamado de Síndrome de Doença Pós-Orgásmica (POIS), é uma doença que confunde os médicos. Só se conhecem cerca de duzentos casos em todo o mundo, e parece que só afeta os homens. Agora, uma equipe de pesquisadores da Tulane University School of Medicine, nos Estados Unidos, decidiu estudar este peculiar síndrome.
Aqueles que sofrem experimentam após o orgasmo (em um período que abrange desde poucos segundos até o decurso de poucas horas), uma série de sintomas que vão desde uma gripe, diarreia, dor de cabeça e musculares, e até mesmo a incapacidade para falar, ler ou escrever.
Esta síndrome foi descrita pela primeira vez em 2002, com o holandês Marcel Waldinger, neurologista da Universidade de Ultrecht e, o que é certo, é que os médicos não sabem que é o que o produz. Os especialistas indicam várias hipóteses, uma das quais seria a de que o paciente for alérgico ao seu próprio esperma. Mas também há médicos que pensam que poderia ser provocado por uma liberação excessiva de dopamina e outros neurotransmissores durante o orgasmo, já que o estado em que está mergulhado o paciente se assemelha um pouco ao trance, que produzem algumas drogas como a heroína.
Em 2012, um outro estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Rutgers em Newark, nos Estados Unidos, postulou uma nova hipótese, que a síndrome estivesse causado por uma atrofia do nervo vago. Mas o certo é que não há evidências que apoiem nenhuma destas teorias sobre o resto.
Como já dissemos, trata-se de uma síndrome que afeta apenas os homens, mas, em 2016, um estudo da Universidade de Harvard apontou que poderiam também todos os sofrimentos das mulheres. O relatório propunha que algumas pacientes femininas manifestavam sintomas semelhantes aos do POIS ligados a uma infecção ou irritação do tecido do trato genital inferior. Pior, a maioria dos especialistas não estão de acordo em que ambas as patologias são a mesma.
O fato é que as causas da Síndrome de Doença Pós-Orgásmica continuam sendo um mistério, o que implica que não exista um tratamento eficaz para o mesmo.

Este smoothie saudável tem um ingrediente muito tóxico O Sabrías qual é?

Trata-Se de flores. São narcisos, e não devem ser nunca a comida ou bebida

A rede tem circulado esta foto que alguém subiu no Instagram. Trata-Se de um batido sem glúten e preparado com ingredientes supostamente saudáveis. Mas um botânico inglês chamado James Wong, foi notado que o preparado contém um elemento que pode ser muito tóxico.
Trata-Se de flores. São narcisos e se ingeridos podem provocar diarrera e problemas cardíacos e respiratórios. Em alguns casos extremos podem chegar a causar a morte do paciente, auqnue isso não é algo muito comum. E a culpa desses efeitos é a licorina, um de seus compostos, já que trata-se de um alcalóide com propriedades tóxicas.
A grã-Bretanha é o país da União Eurpea onde se regbistran mais casos de intoxicação causados por narcisos. Em 2012, as crianças de uma sala de jantar escolar tuvieorn que ser admitido, porque alguém colocou um bulbo de estas flores na sua sopa. A causa é que a sua aparência se assemelha muito ao das cebolas pequenas. E em 2015, o Minsiterio de Saúde britânico teve de retirar uma ordem pedindo para os supermercados do país que mantenham os narcisos afastados das zonas onde estavam as frutas e os alimentos frescos.
Em princípio, se as flores do shake não comem, não teria nenhum problema para a saúde. Mas também pode ser que, acidentalmente, tenham contaminado com licorina o resto da bebida. E ,nesse caso, a vista apresuarada ao desejos de banho não nos tira ninguém.

Os cirurgiões humanos são melhores do que os robóticos

Um relatório assegura que cometem menos erros

Os robôs estão cada vez mais presentes no domínio d elá medicina e, como não podia ser de outra forma, a sua presença começa a ser habitual nos blocos operatórios. Mas, será que chegará um dia em que os robôs cirurgiões, para substituir os humanos? Pois parece que não, pelo menos em um futuro próximo.
Um estudo realizado pela Stanford University School of Medicine, analisou cerca de 3.000 cirurgias feitas por robôs e outras tantas feitas por humanos. E o resultado é que os cirurgiões de carne e osso, cometem menos erros do que as máquinas e leva, até mesmo, menos tempo para completar a operação.
Concretamente, em operações relacionadas com o rim, o número de intervenções realizadas por médicos humanos que duravam mais de quatro horas era de 28%, enquanto os robôs a cifra ascendia a 46%. Além disso, segundo o mesmo relatório, os robôs elevam o preço das operações uma média de 2000 euros. Mas é de se esperar que essas margens de tempo e esses custos sejam reduzidos no futuro.
Ainda assim, parece claro que os cirurgiões humanos têm garantido o seu posto de trabalho durante muito tempo.

Mostraram a evolução do gene responsável de que a carne produz câncer

O gene CMAH está ocioso na espécie humana, mas comer a carne de outros animais que não têm, pode ser carcinogênico para nós

Pesquisadores da Universidade de Nevada, Reno (ESTADOS unidos), liderados pelo espanhol David Álvarez-Ponce, descobriram o gene responsável de que o consumo de carne vermelha pode provocar câncer em nossa espécie. Tal como explicam os autores da descoberta, há cerca de dois milhões de anos, a espécie humana sofreu uma mudança genética que a diferenciou do resto dos primatas. Essa mudança implicou uma proteção contra determinadas doenças, mas também trouxe outros inconvenientes para a saúde.
E é que foi nesse ponto da evolução, quando ocorreu a desativação em nossa espécie de um gene chamado CMAH, cuja função permite a síntese de um açúcar chamado Neu5Gc, que está presente na carne vermelha e também na de alguns peixes. Por isso, se os humanos consumimos carne ou produtos derivados de animais que se têm esse gene, o organismo sofre uma reação imune ao açúcar, que pode causar inflamação, artrite e até câncer.
Entre os animais que não tem esse gene estão as aves, por que comer carne de frango ou peru não tem os efeitos nocivos para a saúde do que se pode produzir com o sumo de carne vermelha. Em relação aos peixes, foram encontradas espécies que têm esse gene e outras que não. Embora, no que se possuem, tem-se observado que a proporção de açúcar Neu5Gc em sua carne costuma ser muito baixa, sendo em mudança muito alta em suas ovas.
Mas a inativação do gene também teve efeitos positivos para a nossa saúde. De acordo com os pesquisadores nos tem protegido de certos tipos de malária que precisam do açúcar Neu5Gc para causar a infecção, e que afetam os primatas, mas não a nossa espécie.
Fonte: SINC.