O Bikram Yoga não traz mais benefícios do que o tradicional Mas também não menos

Uma investigação revela que tem os mesmos benefícios de fazer os exercícios com muito calor ou à temperatura ambiente

Embora o Bikram Yoga nasceu em 1970, em Espanha tornou-se uma tendência majoritária desde há pouco mais de uma década. Trata-Se de uma prática que consiste em aulas de 90 minutos, em que se repetem sempre as mesmas 26 posturas mais alguns exercícios de respiração. Mas, o que o caracteriza, especialmente, é que o treinamento é realizado em salas com uma temperatura de cerca de 40ºC. A ideia é que o calor, além de ajudar a relaxar os músculos, o que previne lesões e ajuda a fazer melhor os exercícios, também favorece a concentração daqueles que o realizam. Mas, será que é realmente eficaz e tem verdadeiros benefícios para a saúde?
Uma equipe de pesquisadores da Universidade do Texas, foi tratado de descobrir, e realizaram um estudo cujo resultado confirma que sim, o Bikram Yoga é benéfico para a saúde. Mas os benefícios são os mesmos que se obtêm com o yuga tradicional. Nem mais, nem menos.
Os autores do estudo responderam alterações orgânicas que passavam ao longo de doze semanas de quarenta pessoas que praticavam regularmente este tipo de yoga, e outros tantos que se dedicam ao tradicional. E o que foi observado é que ambos tinham uma melhora idêntica de suas condições cardiovasculares e de sua saúde em geral. Igualmente, os resultados referentes à elasticidade obtida eram idênticos.
A pesquisa confirma que o Bikram Yoga é uma disicplina que tem efeitos positivos para a saúde. Mas que não há necessidade de realizar os exercícios em um ambiente com tanto calor, já que se obtêm os mesmos resultados, tornando-os à temperatura ambiente. Os autores do estudo afirmam que cada qual deve escolher a variante que mais lhe convier com base em outros fatores alheios à saúde (que gosta da sensação de suar muito ao fazer exercício, que já está muito familiarizado com este tipo de rotina e não querer mudar…), já que ambas são igualmente boas.

Mastigar as cápsulas solúveis de detergente: o novo desafio viral que pode acabar com sua vida

Recebe o nome de Tide Pod Challenge, que consiste em morder as pequenas bolsas de cores utilizadas para a máquina de lavar roupa, uma prática que só em 2018 tem levado a 37 jovens ao hospital nos EUA

Fonte: The Daily Meal
O desafio é simples: tomar uma cápsula solúvel de detergente líquido para máquina de lavar roupa e masticarla. Simples, certo? Mas toda uma imprudência que pode danificar os seus órgãos, com apenas um mínimo contato com sua boca. Se as empresas que as comercializam já advertem que não se utilizem estas pequenas bolsas com as mãos humedecias, imagine o dano que pode causar se põem em contato com a saliva ou órgãos internos do corpo. Parece que é algo que aconteceu a crianças de 5 anos, mas não. Trata-Se de uma nova e perigosa moda que se tornou viral na Internet, e que levou várias pessoas a irem para o hospital.

A verdade é que não se sabe quem é ou como começou este desafio a pegar fama entre os jovens, especialmente porque agora, a grande maioria dos vídeos deste tipo que se encontram no Youtube ou Instagram são de pessoas advertindo que não façam este tipo de loucuras. Assim, não se sabe o que foi, antes, o ovo ou a galinha? O certo é que existem dados reais de Comissão para a Segurança de Produtos de Consumo dos Estados Unidos, que apontam que só em 2017, cerca de 220 adolescentes foram expostos a este tipo de cápsulas, dos quais, 25% reconhece tê-lo feito de forma intencional. Não sabemos se, como causa do desafio ou pela atração que provoca a textura e as cores do produto em si, mas este número tem aumentado nestes primeiros dias de janeiro em cerca de 37 pessoas (mesmo quando o desafio voltou a tornar-se viral, após meses em pause).
Como pode dañarme ingerir detergente?
A Agência Espanhola de Consumo, Segurança Alimentar e Nutrição (AECOSAN) leva anos para advertindo sobre o poder de atração deste tipo de cápsulas em crianças “por seu colorido e de fácil manuseio”, o que faz com que tendam a levar à boca. De fato, estima-se que só em Portugal 16.000 crianças menores de 5 anos foram afetados por substâncias químicas que possuem: “Dado que o conteúdo da cápsula é liberado quando entra em contato com o líquido, ao ter uma membrana hidrossolúvel que a recobre, a criança poderia intoxicarse se a levasse à boca, pois se desfez rapidamente com a umidade. Mesmo se apenas jogado com ela”.
O simples contacto com uma cápsula já pode ser um perigo. De acordo com AECOSAN, “se esta entra em contato com os olhos pode causar conjuntivite, dor ou irritação”. No caso de que parte desse detergente chega a ser engolido os problemas podem ser mais severos: “Desde vômitos severos, tosse, dificuldade para respirar, náuseas, sonolência ou erupções cutâneas ou queimaduras”. No caso de isso acontecer, seja de forma acidental ou intencional (por este estúpido challenge), é necessário entrar em contato com o 112 ou o Centro de Controle de Intoxicações (915620420) para um primeiro atendimento e, posteriormente, ir às Urgências.

É necessário não provocar o vômito, pois os produtos químicos de cada cápsula podem variar e chegar a ser corrosivos. No caso de que lhe obliguemos a expulsar o conteúdo do estômago através da boca estaríamos expondo a criança ou adolescente a que se volte a queimar a garganta e a boca. Por isso, até que não chegue ao centro hospitalar não deve fazer nada, a não ser lavar com água as zonas em que ainda possa ficar detergente visível.
Já no hospital, o paciente deve ficar em repouso e ser-lhe-procede à lavagem de estômago com carbono ativado de acordo com a quantidade de detergente que tenha ingerido e o peso da pessoa. Desta forma, eles podem fazer com que elimine os produtos químicos (agentes tensoativos ou surfactantes, polifosfatos, silicatos solúveis, carbonato, sulfato de sódio, perboratos, entre outros), mas pode afetar outros órgãos. É importante que se acontecer algo parecido levar o produto ingerido ao hospital para que os médicos possam chegar a saber como agir, sem provocar o vômito.
Nós, desde QUO, vos pedimos que não seguirem estas modas, e se não, vede como trataram deste tema em um skech de humor do College Humor que, obviamente, não acabou bem.

Tags: desafio, redes sociais e saúde.

O polêmico médico Canavero afirma que já fez o primeiro transplante de cabeça

A suposta operação teria feito com corpos em um hospital chinês

O neurocirurgião italiano Sergio Canavero é conhecido como o doutor Frankenstein, por seu empenho em um projeto surpreendente: realizar um transplante de cabeça. Pois bem, o peculiar médico garante que a primeira fase do projeto já foi concluído com sucesso. Canavero afirma que sempre completando com sucesso o transplante de uma cabeça em outro corpo, em uma intervenção de prova realizada com dois cadáveres. Segundo afirma, a intervenção feita em Harbin Medical University, na China, e teve uma duração de dezoito horas (muito inferior, portanto, aos trinta e seis inicialmente previstas). E, segundo suas palavras, teria sido realizado com sucesso reconectar a medula espinhal, os nervos e os vasos sanguíneos.
É claro, dizer que o anúncio foi recebido com ceticismo, é ficar curto, já que Canavero não ofereceu nenhuma prova ou evidência de seu suposto realização. Apesar disso, o médico italiano afirma que a próxima etapa do projeto será realizada em breve, e consiste em transplantar um cérebro de um paciente vivo. Novamente, a hipotética operação é realizada na China.
Foi em 1954, quando o cientista soviético Vladimir Démijov realizou a primeira operação deste tipo ao trocar as cabeças de dois cães. Embora os animais só sobreviveu alguns dias. Posteriormente, em 1970, cientistas da Escola de Medicina da Universidade Case Western Reserve, transplantada a cabeça de um macaco para o corpo do outro, com o resultado de que o animal sobreviveu a um certo tempo e foi capaz, aparentemente, de conservas seus sentidos intactos. Mais recentemente, o pesquisador chinês Xiaoping Ren, conseguiu transplantar as cabeças de vários ratos, apesar de suas cobaias, só sobreviveu um dia.
E, precisamente, de acordo com Canavero, também foi Xiaoping Ren, que fez a intervenção que supostamente se acaba de fazer na China. De todas as formas, como já avançado, a comunidade científica não concede muita crédito ao anúncio feito pelo cirurgião italiano.

A farmacêutica Pfizer não continuará investigando sobre o mal de alzheimer

A partir de agora, centrar-se-ão em procurar tratamentos para doenças neurológicas raras

A empresa norte-americana Pfizer, uma das empresas líderes na indústria farmacêutica, anunciou que não continuará investigando a pesquisa de tratamentos para a doença de parkinson ou o alzheimer. A decisão já foi tomada devido à falta de resultados durante todos estes anos.
A notícia caiu como um balde de água fria em todos os órgãos mundiais relacionados com a saúde. A empresa garantiu que vai realocar o capital monetário e humano que dedicava a essa linha de pesquisa, para outra centrada nas doenças neurológicas raras. Apesar disso, esta mudança de orientação, vai implicar a perda de, pelo menos, trezentos postos de trabalho.
A empresa foi fundada em 1849 por Charles Pfizer e Charles Erhart, dois imigrantes alemães, instalados em Nova York. Seu primeiro medicamento foi a santonina, um produto que lutava os vermes intestinais. Um dos maiores marcos de sua história o conseguiram, em 1942, quando se tornaram o primeiro laboratório que começou a produzir penicilina em escala mundial. E outro em 1998, quando lançou no mercado a famosa pílula viagra, para tratar a disfunção eréctil.

Ver através da pele: a nova tecnologia dirigida a médicos e cirurgiões

Este projeto experimental da Universidade de Alberta, no Canadá, procura ajudar o setor de medicina a tratar seus pacientes, sem ter que chegar a uma cirurgia practicarles

Se há algo que você gostaria de ter para os médicos é a visão de raios X, a possibilidade de ver através da pele e os ossos de pessoas para poder saber melhor de onde vem uma dor, um sintoma, uma ruptura… Agora, um grupo de pesquisadores da universidade canadense de Alberta quer dar uma solução que não obrigue a realizar uma cirurgia invasiva no paciente.
Trata-Se de ProjectDR, um sistema de realidade aumentada que permite aos médicos e cirurgiões incluir a informação obtida por raios-x, tomografia computadorizada ou ressonância magnética em imagens projetadas sobre os corpos. Uma forma de ver através da pele, diretamente sobre o paciente: “A capacidade de projetar imagens médicas em seus corpos ajuda a quem as venha a recuperar a informação anatómica específica do paciente em um contexto, o que permite uma interpretação mais precisa”, diz Pierre Boulanger, professor do Departamento de Ciência da Computação da universidade.
“Usando este sistema em 3D, os pacientes podem ser digitalizados antes do procedimento e essas imagens podem ser usadas como guias para realizar cirurgias, incluindo a localização, em tempo real, as ferramentas usadas pelo cirurgião em relação à informação projetada. Além disso, o aspecto em tempo real do sistema permite que este alinhamento se adaptar ao movimento do paciente e que mostre imagens de vídeo, como o que é utilizado em cirurgias endoscópicas”, destaca Boulanger.
Aqui está um exemplo em vídeo de todo o seu trabalho, o qual não requer nenhum tipo de tecnologia agregada, apenas os olhos do cirurgião sobre o corpo da pessoa que vai ser operado.

Fonte: Digital Trends
Tags: biotecnologia e medicina.

Você Realmente tem causado a maconha, a morte de um bebê nos ESTADOS unidos?

Um relatório médico recolhe o que poderia ser o primeiro caso conhecido, embora nem todos os especialistas estão de acordo com as conclusões do estudo

Os resultados de um relatório publicado na revista especializada Clinical Practice and Cases in Emergency Medicine, sustentam que a morte de um bebê de onze meses, ocorrida em 2015, em Denver, Colorado, deveu-se a causas desconhecidas, mas estabelece a existência de um vínculo entre a morte da criança e a presença de maconha em seu organismo.
O menino foi internado depois de passar dois dias com sintomas que incluíam vômito e convulsões esporádicas. Pouco tempo depois de ser internado, sofreu uma parada cardíaca e acabou falecendo antes de uma hora depois. Os médicos certificaram que o bebê tinha morrido por uma miocardite, uma inflamação do músculo cardíaco, que faz com que o coração não pode bombear sangue adequadamente. Trata-Se de uma doença que raramente ocorre em recém-nascidos. Então, o que foi o que a provocou, neste caso?
A causa mais comum de miocardite é a infecção de um vírus chamado coxsackievirus, mas também pode ser provocada pela presença de fungos ou parasitas. Mas as provas realizadas descartaram estas possibilidades. Em troca, os testes clínicos revelaram a presença no organismo do bebê de restos de tetrahidrocanabinol, o principal composto psicoactivo da cannabis. E, dado que a miocardite também tem sido associada ao consumo de drogas, os autores do estudo apontam que, à falta de outros dados, a maconha pode ter influenciado (embora não o afirmam de modo taxativo) a morte do menino.
Mas muitos especialistas consideram que estas conclusões são muito prematuras. Por quê? Entre outros motivos, porque se desconhece como foi exposto o bebê à maconha. Como lhe fizeram tragarla, é a”…? Alguns sugerem que, em função de qual for o modo e a via de ingestão, podem existir muitas variáveis que lance luz sobre as causa da morte. E colocam um exemplo: desde que se legalizou a maconha no Colorado, são vendidos gomas feitas com este produto, e pode dar-se o caso de que a criança fosse alérgico a algum de seus componentes. De fato, os próprios autores do relatório reconhecem que a correlação (a presença de restos de cannabis no organismo) nem sempre significa causalidade.
Convém também lembrar que não se conhece uma dose letal de maconha. Os experimentos realizados com animais na década de 1970, revelaram que a ingestão desta substância tinha evidentes efeitos sobre a saúde dos mortos, mas não os matava. De fato, todas as mortes relacionadas com o consumo desta substância são devido a que a pessoa estava fazendo alguma atividade de risco (dirigir, operar máquinas pesadas…) enquanto consumia, ou que sofria de alguma doença grave já pré-existente.