All posts by Micheal Shelton

15 minutos podem ser o suficiente para mudar os seus cânones de beleza

Um experimento realizado em povos isolados da Nicarágua revela a influência das imagens de mulheres magras

Quanto tempo é necessário para que os cânones de beleza sugeridos pela publicidade e os meios de comunicação nos afetam? Apenas 15 minutos, de acordo com uma recente pesquisa realizada nas aldeias da Costa de Mosquito, na Nicarágua, uma área que ainda não havia chegado a televisão.
Os pesquisadores da universidade suíça de Neuchâtel se deslocaram até o local e realizaram um curioso experimento. Fizeram-se dois grupos de mulheres, umas mostraram imagens de modelos extremamente fina durante 15 minutos, enquanto que outras lhes ensinaram os modelos ‘plus size’.
Posteriormente, a todas as participantes exigiram que dibujaran seu “ideal de beleza feminino’. O que aconteceu? Constatou-Se que apenas quinze minutos são suficientes para influenciar as concepções sobre o cânone estético: as mulheres que viram modelos com tamanhos muito pequenos desenharam uma pessoa visivelmente mais magro.
Os autores quiseram mostrar como uma pequena influência, pode fazer para mudar nossos padrões de beleza. “Estamos tentando chamar a atenção sobre esses cânones e sua influência sobre os transtornos alimentares como a anorexia”, afirma Jean-Luc Jucker, coordenador do estudo.

O caso do homem árvore não tem cura

Após mais de dois anos de tratamento, suas verrugas voltaram a crescer

Crédito: Wikipédia/Monirul Alam.
Este homem indonésio chamado Abul Bajandar a vida mudou de forma brutal aos quinze anos de idade. Foi então que em suas mãos e pés começaram a aparecer alguns corpos ásperos semelhantes a verrugas, que foram crescendo de forma desproporcional. A causa dessa anormalidade, suas mãos pareciam ramos e seus pés raízes, por isso, foi apelidado de o homem árvore.
Bajandar era vítima de uma doença rara de origem genética chamada Epidermodisplasia verruciforme. Faz dois anos, uma equipe médica decidiu someterle a um tratamento inovador que combina drogas com a cirurgia. Foram necessários dezesseis operações para extirparle essas verrugas que, no total, peso de cinco quilos.
Pela primeira vez em dez anos, o paciente pode voltar a comer por si mesmo e realizar muitas outras tarefas do dia a dia que lhe estavam vedadas. Mas, infelizmente, as verrugas voltaram a crescer. E os médicos pensam agora que o seu caso pode não ter cura.
A Epidermodisplasia verruciforme é produzida por uma alteração genética que provoca no paciente uma sensibilidade extrema ao vírus do papiloma humano. E, ao tornar-se infectado com este microorganismo, aparecem em seu corpo escamas, verrugas e tumores. Mas o de Abul bajandar é um dos quatro casos mais extremos que foram observados a história, e um dos poucos em que essas terríveis verrugas só se acumulam nas mãos e pernas, em vez de se espalhar pelo resto do corpo.

A maconha light quer conquistar a Europa

Uma empresa suíça está começando a comercializar uma variedade cujo nível de compostos psicoativos é tão reduzido que cumpre com as legislações de quase todos os países europeus

Na Suíça está cultivando uma grande colheita de cannabis. Mas tem algo que a torna peculiar. Trata-Se de BlueDream, uma variedade de erva que se caracteriza por ter uma concentração muito baixa de tetrahidrocanabinol (THC), um dos principais componentes psicoativos, pelo que já se denomina maconha light.
O objetivo de seus produtores é distribuí-la legalmente por quase toda a Europa, já que a sua concentração de THC de apenas 0,2%, é inferior à que marcam as legislações da maioria das nações europeias para permitir sua venda. Além disso, também não vão ser comercializada como medicamento, mas como suplemento nutritivo.
Esta maconha legal já começou a comercializar na França, e o próximo objetivo é vendê-lo também legalmente na Itália. Em Portugal, a legislação permite comercializar produtos fabricados com maconha sempre que a concentração de tetrahidrocanabinol seja quase testemunhal. Igualmente, é legal o cultivo e a venda de uma variedade de esta planta conhecida como cânhamo.
A diferença entre o cânhamo e maconha tradicional é que os níveis de tetrahidrocanabinol são realmente baixos. Para se ter uma idéia, alguns a comparam com a cerveja sem álcool. Pelo contrário, esta variedade tem níveis mais altos de cannabis indica. Trata-Se de uma substância antipsicoactiva, o que explica por que a maconha seja mais reclamada que o cânhamo para uso com fins “recreativos”.

Por que um menino estava a ponto de morrer depois de comer um cachorroquente

Um síndrome descoberto por um cardiologista catalão tem algo que ver nesta história

Um menino de nove anos de Turquia se encontrava na sala de jantar de seu colégio. O menu incluía um cachorro-quente e, depois de dar-lhe um grande lanche, desapareceu e entrou em paragem cardíaca. Felizmente o final da história foi feliz, já que os serviços de emergência reanimaram.
Alguns podem se perguntar que relação pode ter o cachorro-quente com o ataque cardíaco. Apesar de não ser um alimento aconselhável para ingerir diariamente, o certo é que não foi o cachorro em si o que se acredita que deflagrou a greve, mas o fato de ter um grande lanche somado ao fato de ter uma doença cardíaca chamada de Síndrome de Brugada.
Esta alteração, descoberta em 1992 pelo cardiologista de nome homônimo, caracteriza-se por uma condução anormal do impulso elétrico nos ventrículos, as câmaras cardíacas que impulsionam o sangue por todo o corpo. A síndrome de Brugada pode predispor a sofrer arritmias aqueles que sofrem e pode ser necessário a implementação de um desfibrilador em seu coração para que ele possa agir em caso de arritmia ou parada cardíaca.
Mas então, o que tem que ver o cachorro com a arritmia? A resposta explica a cardióloga de pediatria do hospital de Cleveland, a doutora Elizabeth Saarel. Segundo declara a Live Science, acredita-se que o grande lanche pode ter desencadeado uma reação vasovagal.
Este tipo de reações que ocorrem quando se estimula o nervo vago, que tem várias funções. Entre elas está a desaceleração da freqüência cardíaca. Estas reações vasovagales podem ser ativados por estímulos, como o calor excessivo, uma emoção forte, a realização de grandes esforços, ou, como crêem no caso da criança, ter dado um grande lanche.
Em pessoas “normais” a situação pode acabar em um enjôo, uma queda devido a esse desmaio ou até mesmo uma perda transitória da consciência, conhecida no jargão médico como síncope.
O problema chega quando somamos esta reação a uma pessoa com Síndrome de Brugada. Nesse caso pode-se desenvolver uma arritmia maligna ou diretamente a uma parada cardíaca, como parece que aconteceu no pequeno turco. Para resolver a situação (se a sorte está de nosso lado) o pessoal de saúde pode usar um desfibrilador, um dispositivo que aplica uma corrente elétrica para tratar de ‘reiniciar’ a condução do nosso coração. É exatamente o que aconteceu e o que permitiu que a curiosa história do cachorro-quente tivesse um final feliz.

Um homem morre ao ser sugado por uma máquina de ressonância magnética

O campo magnético do aparelho atraiu violentamente por usar um tubo metálico

Um homem morreu em um hospital da Índia após ser sugado por uma máquina de ressonância magnética. O falecido tinha entrado na sala para acompanhar um parente que ia fazer o teste. Mas o homem trazia na mão um tubo metálico cheio de oxigênio líquido, o que fez com que a poderosa atração magnética do aparelho lhe succionara. Sua mão ficou presa entre a máquina e o tubo de oxigênio ao invés, que se quebrou com o impacto. Os médicos concluíram que morreu por ter inalado muito oxigênio líquido.
Este trágico evento serve-nos para lembrar por que nunca se deve entrar com objetos de metal (por muito pequenos que sejam) em um lugar onde se realizam este tipo de testes médicos. As máquinas de ressonância funcionam criando um poderoso campo magnético que é capaz de atrair violentamente a qualquer objeto de metal, que seria disparado em direção a ela, com o perigo que isso implica para aqueles que estão dentro.
Mas, além disso, essa atração também afeta qualquer implante metálico que a pessoa tem em seu organismo. A máquina pode fazer com que se movam ou aquecidos, provocando feridas internas. E as consequências podem ser piores para quem tiver uma bala dentro de seu corpo. Por esse motivo, no caso das pessoas com implantes foram tomadas precauções especiais e, até mesmo, às vezes não se submete a esta prova.
Além disso, o campo magnético da máquina pode perturbar o normal funcionamento de aparelhos como o pacemaker.

Uma nova vacina universal para curar a gripe?

Trata-Se de uma vacina de DNA que pode conseguir reduzir para apenas um furo a solução para não sofrer gripe

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A empatia pode acabar com as epidemias de gripe
Será que os homens sofrem mais com os sintomas da gripe? Ou será que só é que são mais choramingando?
Por que é tão difícil conseguir uma cura efetiva para a gripe? Certeza que muitos de quem nos lê, eu vo-lo pedir, sobre tudo quando vos vacunáis todos os anos para não ter que sofrer, mas em vez de conseguir evitá-la, os milagres ligados a um pacote de lenços e engajados na cama. A resposta é que é um vírus que está em constante mudança e é muito diferente de um ano para outro, por isso que uma vacina efetiva deste 2018, pode não sê-lo para a próxima temporada.
Mas agora, isso pode mudar graças à descoberta de um computador da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, que criaram uma vacina baseada em DNA que poderia acabar com a gripe da humanidade, com apenas uma injeção. Assim o explica, a líder do projeto Deborah Fuller: “A atual vacina contra a gripe é um vírus que se encontra inativo. Este cresce em ovos para depois ser ‘desligado’ e, posteriormente, injetado no ser humano. O tipo de vacina que criamos envolve a injeção de um código genético para as proteínas do vírus às células. São elas que lêem essa informação e produzem diretamente os antígenos. Nosso sistema reage a estas proteínas virais e responde inmunizando o corpo em frente a uma possível infecção”.
As atuais vacinas contra a gripe são um incômodo, não apenas para os pacientes que devem peruca, mas também para aqueles que devem produzir por si (o que pode levar cerca de 9 meses). Além disso, sempre fazendo uma estimativa de que venham a ser necessárias, o que pode provocar um erro de cálculo. Ao contrário, as vacinas baseadas em DNA, podem ocorrer em muito menos tempo, cerca de 3 meses, o que as torna uma ferramenta eficaz contra uma possível pandemia.
Está previsto que as primeiras vacinas deste tipo estão no mercado nos próximos 5 ou 10 anos. Além disso, a equipe da doutora Fuller, também trabalha em uma espécie de “arma genética” com que poder injetar esta informação nas células de forma mais eficaz, melhorando assim os resultados e que menos gente doente.
Fonte: Digital Trends
Tags: doenças, mortes e terapia genética.

Assim ficam os pulmões depois de engolir três cápsulas de detergente líquido

O poder corrosivo do produto torna os tecidos em pus

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Mastigar as cápsulas solúveis de detergente: o novo desafio viral que pode acabar com sua vida
O chamado desafio do detergente, que consiste em engolir as cápsulas líquidas do produto de limpeza, tornou-se viral na internet. Agora, um vídeo médico de Chubbyemu, explica as consequências que pode ter para a saúde, tomando como base o caso real de um jovem norte-americanos que teve que ser hospitalizado com caráter grave, após ingerir três dessas cápsulas.
Tal e como se explica, a primeira coisa que sentiu o rapaz foi um forte ardor no nariz e língua. Em seguida, apareceram as náuseas e uma forte tosse, sensação de queimadura, mudou-se também ao esôfago, e acabou desmaiando. Segundo os médicos, o poder corrosivo do detergente tinha começado a destruir as mucosas do esôfago, transformando-o em uma substância semelhante ao pus, que se movia através de todo o seu organismo.
Mas, além disso, cada vez que tosía, parte do detergente entrava em seus pulmões, provocando o mesmo efeito. Felizmente, o cara salvou a vida, mas este vídeo deve servir de advertência a qualquer um que se coloque realizar esse desafio.

É seguro comer sashimi de frango?

Os especialistas advertem para o risco de sofrer infecções causadas por duas bactérias

O sashimi de frango, também chamada sasami, que é um prato típico japonês em que a carne do frango é servido essencialmente crua. Apenas se a dora ligeiramente, cerca de dez segundos para tostar um pouco o exterior, mantendo cru o interior do filé. O prato é delicioso, mas é seguro comê-lo?
Diversos estudos confirmam que comer a carne dessa forma, pode acarretar um risco série de contrair uma infecção alimentar. Ao contrário do que ocorre com o sashimi de peixe, em que apenas existe o risco de contaminação com algum parasita, com o frango também persiste o de apanhar de bactérias. Especificamente com duas delas, a da salmonela e campilobacteria.
De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Manitoba, 25% das carcaças de frangos dos Estados Unidos estavam infectados com a bactéria da salmonela. E a cifra era de até 60% no caso da campilobacteria.
Por esse motivo, as autoridades de saúde alertam que há uma forma simples de resolver esse perigo de infecção: cozinhar a carne do frango.

Descobrem o modo de evitar as reações alérgicas

Criaram um anticorpo que impede que o corpo produza histamina

A histamina é a principal responsável pelos sintomas que sofrem as pessoas alérgicas, ao provocar uma resposta inflamatória para proteger o organismo. Quando um paciente se expõe às sutancias em que é alérgica, ocorrem algumas moléculas chamadas IgE que, ao ligar-se aos receptores das células do sistema imunológico, que provocam a produção de histamina, gerando assim o que é conhecido como uma reação alérgica.
Mas, agora, pesquisadores da Aarhus University, Dinamarca, desenvolveram um anticorpo que interfere no processo anteriormente descrito, conseguindo assim que a pessoa não sinta os sintomas da alergia. Os autores da descoberta testaram esse anticorpo em pacientes alérgicos ao pólen e o veneno de alguns insetos, e comprovaram que, evitando a interação entre as moléculas de IgE e o sistema imunológico, os sintomas da alergia não se produziam.
Este anticorpo pode se rinyectado, mas também inalado, o que o torna um tratamento muito simples de gerenciar. De todas as formas, trata-se de um primeiro experimento, e ainda é preciso fazer mais testes para verificar a sua eficácia e, também, que seja seguro par ala saúde humana.

O meteorito, que acabou com os dinossauros inspira uma nova terapia contra o câncer

Pesquisadores chineses e britânicos conseguem matar células cancerígenas com irídio, um elemento muito abundante nos asteróides

O irídio é um elemento químico que, em sua forma sólida/metal se apresenta como o segundo elemento mais estável e denso que se conhece. Mas, dá-se o caso de que é mais fácil encontrá-lo no espaço que na Terra. De fato, costuma ser um dos elementos que fazem parte da composição básica dos asteróides, como o que caiu há 66 milhões de anos na Península de Yucatán (no atual México) e acabou causando a extinção dos dinossauros.
E esse asteróide foi o que inspirou uma equipe de pesquisadores das universidades de Warwick, na Grã-Bretanha, e Sun Yat-Sen, na China, para o desenvolvimento de uma nova terapia contra o câncer, que utiliza o irídio para matar as células tumorais.
Os autores da pesquisa, criaram um novo composto formado por irídio e material orgânico, que pode ser dirigido como um torpedo contra as células cancerígenas. E, uma vez nelas, o que ele faz é transformar o oxigênio que contêm no que se conhece como o oxigênio singlete, uma forma energeticamente excitado do oxigênio molecular, que é tóxica para as células e provoca a sua morte.
Todo esse processo é dirigido por um feixe de laser que penetra na pele e chega até as células, provocando a ativação do composto baseado em irídio. A boa notícia é que tudo isso é feito sem prejudicar em nenhum momento os tecidos que estão saudáveis. Há que explicar, isso sim, que estes resultados foram obtidos com tecidos cultivados em laboratório, e não terá que esperar para os testes com animais para ver se confirmam.
Tal como explicam os autores do estudo, como é habitual o uso de alguns metais preciosos como platina nos tratamentos de quimioterapia, e é de esperar que progressivamente se vão incorporando novos. E o irídio é um dos mais fortes candidatos.
Isso se, há que ter em conta que é um dos elementos mais abundantes do nosso planeta. Para se ter uma idéia basta ter em conta que o ouro é quarenta vezes mais abundante.