O óculos inteligentes para medir a quantidade de glicose no sangue de diabéticos?

Seu futuro pode mudar de forma radical com este sistema, que eliminaria por completo as picadas diárias para calcular o açúcar

Fonte: Jang-Ung Park, UNIST
Esta nova lente inteligente é a última tentativa de libertar os diabéticos do pau diário para verificar o nível de açúcar no sangue, mas levará ainda alguns anos para poder ser testado em humanos. No momento, um grupo de cientistas do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Ulsan (Coréia do sul) conseguiu prová-lo em coelhos, com resultados positivos, sem o uso de agulhas e apenas analisando suas lágrimas.
As lentes são fabricadas com o mesmo material transparente e flexível do que o de uma lente de contato. Em seu interior, os pesquisadores têm incluído um pequeno chip eletrônico com uma luz e um sensor de glicose. Se o nível de açúcar não é o adequado, a luz piscará para avisar ao sujeito que as traz postas. Para verificar seu correto funcionamento, serviram-se de lágrimas artificiais, simulando baixos conteúdos em glicose, as quais eram colocadas nos olhos de coelhos. A luz estava acesa por falta de açúcar se apagava quando se adicionavam as lágrimas.
O problema é que, no momento, não se conseguiu verificar a sua eficácia em seres humanos, por isso, ainda terá que esperar até conseguir descobrir se funciona ou não. Por outro lado, surgem outras questões: será que o nível de falta de açúcar no sangue é o mesmo que se possa detectar a lágrima? Uma medida errada pode levar a um controle inadequado de glicose no sangue de pessoas com diabetes. De fato, essa precisão, é o que faz com que tenham uma melhor qualidade de vida, especialmente quando tem a ver com o que comem.
No momento, não existem estudos que avaliam o nível de glicose no sangue, ou nas lágrimas é o mesmo, por isso que o time sul-coreano terá que continuar a trabalhar para que os resultados possam equiparar-se, para que possa sair o projeto adiante.
Tags: diabetes, lente e tecnologia.

Quão perigoso é para a minha saúde consumir pornografia?

O que tem que dizer da ciência sobre um ato tão difundido na sociedade? Pode ser um problema se não sabemos controlar a sua leitura?

O que nas últimas décadas, o que era um tabu para grande parte da sociedade, transformou-se em outra forma de lazer e, como não, de excitação pessoal (ou casal) para desfrutar do sexo de outras perspectivas. Mas, onde estão os limites? Você pode chegar a ser um problema para a minha saúde ou psicológico, se o consumo de forma habitual? Vejamos o que tem que dizer da ciência nestes casos.
Realidade Virtual
Um dos últimos estudos publicados este ano, tem que ver, por exemplo, com a Realidade Virtual. E é que pesquisadores da Universidade britânica de Newcastle apontavam que viver a experiência não apenas como observador, mas também como protagonista, poderia ser um problema no futuro. Óbvio que estamos vivendo agora os primeiros passos neste tipo de tecnologia, mas advertem que existe uma linha vermelha muito fina que nos vai impedir discernir a vida real do que é fantasia. Os pesquisadores advertem que poderia até mesmo chegar a danificar as relações pessoais, promovendo um comportamento prejudicial para o sujeito.

Agressões sexuais
Outro dos problemas em torno do mundo do pornô é a violência com que são gravados na atualidade algumas das cenas com a intenção de ser mais excitantes para o espectador. Isto implica que o conceito de pornografia se desvirtúe de tal maneira que, em lugar de ver pessoas praticando sexo, pareça mais uma cena de estupro. De fato, em 2010, o professor Gail Dines analisou mais de 300 cenas de pornografia e constatou que 88% delas continham agressões físicas explícitas. Nelas, a grande maioria eram homens que atacaram a mulher e sua resposta “defensiva” era simplesmente mostrar mais prazer. Como Ver esse comportamento fará com que seja assim na vida real?
Não tem por que. O professor Neil Malamuth, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, tem levado a cabo vários estudos sobre a relação entre o consumo de pornografia e a violência sexual. Em um deles, estudou o comportamento de 300 homens, que viam esse tipo de cenas, de forma habitual. Concluiu que aqueles homens que já eram sexualmente agressivos e que consumia pornografia desse tipo de forma habitual, tinham mais chances de cometer uma agressão sexual. Mas advertia, que em nenhum caso o pornô é o gatilho que impulsiona esse comportamento.

Dependência
Este é outro dos perigos que a sua leitura pode vir a causar em nossa vida diária. Quando a nossa cabeça não para de pensar em consumir este tipo de cenas, deixando a nossa rotina posta de lado a um lado, pressupõe uma dependência que é necessário corrigir.
De acordo com um estudo da Universidade de Cambridge, quem tem o vício da pornografia ativa no cérebro as mesmas zonas que alguém que tem macaco por consumir droga. Portanto, a mensagem que envia para todo o corpo é uma necessidade de masturbação enquanto se vêem cenas de sexo. Sim, de acordo com os pesquisadores, apesar de que isso tenha sido provado, não implica que a pornografia seja viciante.
Por outro lado, o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (sim, que classifica o vício do sexo, por exemplo, como um vício semelhante ao das drogas. Entre as causas está o uso descontrolado de pornografia, mas é um dos tantos fatores, apontam, que provocam os sujeitos deste comportamento. Portanto, para assegurar que é a causa principal não seria justo e é necessário continuar a estudar sobre o assunto.
Fonte: BBC
Tags: porno e sexo.

Como reduzir o consumo de drogas em 40% em um par de horas

Uma breve intervenção entre a população latina Dos Anjos consegue resultados surpreendentes

Um punhado de minutos de intervenção podem reduzir drasticamente o consumo de drogas. Assim o demonstrou um grupo de pesquisa americano, que conseguiu reduzir o consumo de cocaína, heroína, metanfetamina e substâncias com receita médica usadas de forma inadequada em 40% entre a população latina.
Como eles fizeram isso? A intervenção, realizada na zona leste de Los Angeles foi coordenada pelo médico de atenção primária. Em primeiro lugar, realizou-se um ‘screening’ para detectar se as pessoas estudadas consumiam drogas. Esta detecção é feita através de uma tela sensível ao toque que dava instruções por voz. Além disso, os participantes foram recebidos por uma equipe bilíngüe que os guiou durante todo o processo.
Uma vez detectadas as pessoas que mostravam o consumo de drogas, estas foram divididas em dois grupos: o da intervenção e o grupo de controle. O primeiro submeteu-se a uma entrevista com o médico, onde recebeu dicas sobre como deixar as drogas e os riscos das mesmas. Ato seguido, visionaron um vídeo que reforça as mensagens do facultativo, foi-lhes entregue um folheto informativo e, finalmente, receberam duas chamadas de acompanhamento de entre 20 e 30 minutos em as seguintes semanas. O grupo controle foi submetido a uma intervenção estruturalmente idêntica mas com a diferença de que o objeto de discussão objeto sobre o câncer e não sobre o abuso de drogas.
Os resultados foram surpreendentes. O consumo de drogas diminuiu em 40’% entre a população latina, que recebeu a intervenção em relação ao grupo controle. Os resultados serão publicados na revista ‘Drug and Alcohol dependência total’ e mostra que existem maneiras eficazes de combater o consumo de drogas.

‘Ímãs’ contra a esquizofrenia: reduzem as alucinações auditivas com estimulação magnética

É a primeira vez que se demonstra através de um ensaio aleatório e controlado que esta técnica pode ser útil contra a doença

Na ciência também se podem matar dois pássaros com um tiro. É o que aconteceu a um grupo de cientistas que trabalhava sobre a esquizofrenia. Esta doença afeta entre 0,3 e 0,7% da população mundial e 70% das pessoas que sofre experimenta alucinações auditivas em algum momento de sua vida.
Cientistas da Universidade de Caen conseguiram identificar uma área intimamente envolvida com as alucinações auditivas que pode causar esquizofrenia e conseguiram reduzir através de estimulação magnética transcraniana.
“Este é o primeiro ensaio controlado que identifica de forma precisa, uma área cerebral onde a estimulação cerebral de alta freqüência pode melhorar as alucinações auditivas”, expôs no congresso ECNP a pesquisadora Sonia Dollfus, da Universidade de Caen.
33% do grupo de pacientes que recebeu estimulação magnética transcraniana experimentou uma redução significativa das alucinações auditivas duas semanas após a sua aplicação. Por outro lado, apenas 9% dos pacientes do grupo controle experimentou melhoras. Os critérios aplicados pelos cientistas para avaliar se houve melhoria ou não foram baseadas em um questionário padronizado com perguntas sobre as alucinações auditivas. Considerava-Se que os pacientes tinham melhorado se obtinham uma pontuação de 30% menor do que a classificação prévia.
Qual é a área a que dirigiram desta estimulação magnética? Situa-Se no lobo temporal, o lugar concreto é o cruzamento entre a projeção do ramo ascendente do sulco lateral-esquerdo sulco temporal superior esquerdo. “Este trabalho reforça os estudos prévios que demonstraram um papel muito importante a atividade excessiva em regiões do lobo temporal na geração de alucinações auditivas em esquizofrenia e para a estimulação magnética é bem-vinda como uma arma que se acrescenta ao repertório terapêutico, especialmente para os pacientes que não respondem à medicação”, destaca o professor (A) Meyer-Lindenberg, do Instituto de Saúde Mental de Mannheim. O artigo que será publicado após este ensaio encontra-se em processo de revisão e será publicado no ‘Journal of Psychoses and Related Disorders’

Beber água bruta, a nova moda saudável, que pode matálo

Ees o nome que recebe a água sem tratamento e que não é considerada apta para o consumo humano

Silicon Valley é um dos lugares mais avançados do mundo. As empresas que lá trabalham estão mudando radicalmente nossa sociedade. Mas nem tudo o que sai desse lugar é necessariamente positivo. Prova disso é que várias starts ups ali instaladas estão colocando de moda, uma tendência supostamente saudável, pode ser muito prejudicial para a saúde humana. Trata-Se de beber água bruta.
A água bruta, também chamada de água bruta, é aquela que não foi analisada nem recebeu tratamento algum, por isso não é considerada potável e própria para o consumo humano. É, portanto, a que se encontra em reservas naturais, seja na superfície ou em mananciais subterrâneos, e também aquela que se recolhe da chuva. E entre os seus componentes incluem o ácido húmico, restos de argila, minerais, bactérias e sal.
Aqueles que apontam para esta moda o fazem movidos por diversos motivos. Uns porque acham que a água é mais pura e natural e, portanto, consideram que é mais saudável. E, outros, movidos por teorias consporiatorias, especialmente uma que assegura que os governos dissolvem substâncias químicas na água potável para ter controlada a população.
Mas tanto uns como outros estão unidos pelo desconhecimento dos perigos para a saúde que representa beber água sem tratamento. E é que o precioso líquido não precisa de poluição humana, para se contaminar, já que pode fazê-lo também por causas perfeitamente naturais e conter os patógenos que causam doenças terríveis como o cólera. De fato, a Organização Mundial da Saúde calcula que, a cada ano morrem mais de 800 mil pessoas em todo o mundo por causa da insalubridade da água, 300 mil das quais são crianças.

Luxturna, a primeira terapia genética para tratar uma doença hereditária

A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA deu luz verde para o tratamento da distrofia da retina

A biomedicina deu um grande passo nos Estados Unidos. A Administração de Alimentos e Medicamentos do país tem permitido, pela primeira vez na história, um tipo de terapia genética para tratar uma doença rara, hereditária: a distrofia da retina, que afeta as células dos olhos. Recebeu o nome de Luxturna e trata-se de um vírus geneticamente modificado que transporta o olho de um gene saudável ao olho do paciente.
Por enquanto, as primeiras provas estão dando muito bons resultados, já que os pacientes tratados melhoraram de forma considerável, a visão, mesmo que muitos deles são capazes de realizar tarefas por eles mesmos, pela primeira vez: ler, praticar desporto, andar de bicicleta ou a sair à rua sem ajuda.
A partir da Administração de Alimentos e Medicamentos se mostram muito positivas por este avanço: “Esta aprovação é um marco dentro da terapia genética, tanto na forma em que funciona como a expansão deste tipo de terapias, tratamentos de doentes com câncer ou com a perda da visão. Reforça-Se o potencial dessa descoberta no tratamento de uma ampla gama de doenças”. Precisamente, há que se lembrar, que este passado mês de outubro já se aprovou o primeiro medicamento de terapia genética para tratar a leucemia.
Fonte: Digital Trends
Tags: leucemia, olho e terapia genética.

Você não pode deixar de consultar o sal da comida? A causa pode estar na saliva

Descobre que as pessoas mais sensíveis ao sabor salgado têm grandes quantidades de uma enzima que altera os canais de sódio

O consumo excessivo de sal tem sido vinculado por diversos estudos a um aumento do risco de sofrer graves distúrbios cardíacos e circulatórios. Apesar disso, muita gente não pode deixar de dar sal (em quantidades que superam as recomendadas) para suas refeições diárias. O problema é que, muitas delas, asseguram que, embora eles gostariam de reduzir o seu consumo diário de sal não são capazes. Mas, qual poderia ser a causa dessa “dependência” ao sal?
Os investigadores suspeitam há muito tempo que uma das causas pode ser encontrado na saliva. E, agora, um novo estudo realizado por membros da Technische Universität München, em Munique. Os autores dele studio realizaram um experimento em que dividiram as pessoas em dois grupos, sensíveis e não sensíveis, em função de sua capacidade para detectar quão salgado era um prato.
Os especialistas observaram que existiam várias diferenças nas proteínas da saliva de pessoas mais sensíveis ao sabor salgado, e do resto. Concretamente, detectados na saliva das do primeiro grupo a presença de grandes quantidades de endopeptidasas.
Trata-Se de algumas enzimas que, segundo revelam os resultados deste estudo, alteram o funcionamento dos canais de sódio, o que permite que aumente a quantidade desta substância que penetra nas células.

Estes abacates ‘light’ vão revolucionar a dieta espanhola

É uma variedade baixa em gorduras, comercializada por uma empresa espanhola, e que conta com o selo do Programa de Alimentação e Saúde da Fundação Espanhola do Coração

Poder desfrutar do sabor do abacate, mas com menos 30% de gordura será possível a partir de agora, graças à variedade que irá comercializar a empresa nacional Arc Eurobanan. Um tipo de abacate que só poderemos desfrutar dos espanhóis e que se destaca por seu conteúdo em vitaminas A, B, C, e e K, proteínas, potássio, gorduras monoinsaturadas (forte antioxidante) e uma grande fonte de fibra.
Mas, como se cultivam este tipo de abacates tão especiais? De acordo com a empresa responsável por este projecto, foram identificados e selecionado as variedades que de forma natural (por causa da espécie e condições meteorológicas) reúnem as condições nutricionais ideais para serem considerados baixos em gorduras. Portanto, não existe nenhuma manipulação genética para ter conseguido este produto, o qual podereis identificados por sua pele lisa e verde e em que a companhia investiu mais de 2 anos de investigação.
Segundo Arc Euroban, este tipo de abacate é consumido principalmente em países da américa Latina e cultivado em climas muito específicos em áreas úmidas, próximas ao Equador, américa do Sul e central “, o que lhe confere excelentes propriedades e qualidades organolépticas muito diferentes de outros abacates mais comercializados”. Quanto ao seu aspecto, é de tamanho grande, chegando a pesar entre 400g-600g e pode ter dimensões que rondam entre os 8 e os 33 cm de comprimento e cerca de 13 cm de diâmetro. A polpa é de textura macia e aqueles que o têm provado apontam que é cremoso e com um sabor doce.
A dúvida que surge é, como não se supõe que as gorduras do abacate são boas para o nosso corpo? Que sentido faz, então, comercializar este fruto como light? Segundo a empresa: “há clientes que desejavam incorporar o abacate em sua dieta de forma mais usual, mas não podiam, porque lhes não compensava seu alto poder calórico”. Por outro lado, por ser um fruto que se enferruja de forma mais lenta, ajuda a torná-lo perfeito para o seu uso na gastronomia, antes de adquirir uma cor menos apetitoso.
Tags: abacate e frutas.

O que causou esta névoa tóxica em Inglaterra? A dispersão térmica

É o mesmo fenômeno que provocou a letal névoa que, em 1952, matou milhares de pessoas em Londres

Mais de 150 pessoas tiveram de ser atendidas após ser afetadas por uma misteriosa névoa tóxica que começou a dez quilômetros de Londres e que, em seguida, mudou-se para a costa de Sussex. Os pacientes apresentavam problemas respiratórios e irritação nos olhos, mas felizmente nenhum caso revestia gravidade. Mas qual foi a causa que desencadeou o evento?
No início se pensou que podia tratar-se de emissões industriais tóxicas provenientes da costa francesa, algo que já havia acontecido em alguma ocasião anterior. Mas os meteorologistas afirmaram que o vento e as condições climáticas faziam impossível que serão causados por esse motivo. Por outro lado, as pessoas afetadas alegaram que a névoa caro, de um modo semelhante ao cloro, embora a análise feita não encontraram vestígios dessa substância.
Por isso, os especialistas acreditam que a hipótese mais viável é que se trata de um caso de inversão térmica. O ar atmosférico, geralmente dispostas em camadas de acordo com sua densidade. Assim, o mais denso está nas inferiores, mais perto do chão, e o menos denso nas superiores. O normal, além disso, é que a temperatura dessas camadas de ar seja menor à medida que se ganha altura. Mas se aparece uma massa de ar muito frio, sem que haja vento ou nenhuma turbulência que ajude a dispersarla ou misturá-la com as diversas camadas de ar, a massa, por ser mais densa, cai ao chão e fica presa sob as camadas mais quentes.
Ocorre, assim, a imersão térmica é um fenômeno que retém a contaminação do chão, ao evitar que as substâncias poluentes crescer e ser destruída pela atmosfera. A Inglaterra já conhece de sobra este fenômeno, pois foi o mesmo que causou a letal fog londrino que, em 1952, provocou cerca de 12.000 mortes.

15 minutos podem ser o suficiente para mudar os seus cânones de beleza

Um experimento realizado em povos isolados da Nicarágua revela a influência das imagens de mulheres magras

Quanto tempo é necessário para que os cânones de beleza sugeridos pela publicidade e os meios de comunicação nos afetam? Apenas 15 minutos, de acordo com uma recente pesquisa realizada nas aldeias da Costa de Mosquito, na Nicarágua, uma área que ainda não havia chegado a televisão.
Os pesquisadores da universidade suíça de Neuchâtel se deslocaram até o local e realizaram um curioso experimento. Fizeram-se dois grupos de mulheres, umas mostraram imagens de modelos extremamente fina durante 15 minutos, enquanto que outras lhes ensinaram os modelos ‘plus size’.
Posteriormente, a todas as participantes exigiram que dibujaran seu “ideal de beleza feminino’. O que aconteceu? Constatou-Se que apenas quinze minutos são suficientes para influenciar as concepções sobre o cânone estético: as mulheres que viram modelos com tamanhos muito pequenos desenharam uma pessoa visivelmente mais magro.
Os autores quiseram mostrar como uma pequena influência, pode fazer para mudar nossos padrões de beleza. “Estamos tentando chamar a atenção sobre esses cânones e sua influência sobre os transtornos alimentares como a anorexia”, afirma Jean-Luc Jucker, coordenador do estudo.