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Alerta química no Texas, após o incêndio em uma fábrica de peróxidos

Trata-Se de uma substância muito perigosa quando se encontram em concentrações superiores a 10%

A passagem do furacão Harvey deixou um rastro catastrófico em seu caminho. E uma das sequelas que mais preocupa neste momento é o incêndio que foi declarado em uma planta química de Crosby. Em suas instalações são fabricados peróxidos, e as autoridades têm desalojado a área em um raio de três quilômetros. Tudo parece indicar que, no momento, esses compostos não foram liberados, mas, como são perigosos?
Peróxido é um termo que é usado em química para se referir a um tipo de óxido, que conta com um nível de oxigênio mais alto que o normal. Há vários tipos de peróxidos, o mais conhecido de todos é o de hidrogênio, que dá lugar à água oxigenada. Estes compostos estão muito presentes na nossa vida cotidiana e são usados, por exemplo, na consulta de dentista para clarear os dentes. Também são utilizadas em desinfetantes, e estão presentes em muitos matizes de cabeleireiro.
Com relação ao seu efeito sobre a saúde, considera-se que uma exposição a concentrações de 3% provoca irritação ocular, tonturas, náuseas e diarréia. Mas os peróxidos podem ser muito perigosos quando a concentração ultrapassa 10%. Chegados a esse ponto da intoxicação podem causar perfuração da córnea, edema pulmonar, coma, e outros sintomas potencialmente fatais, como a colite ulcerativa aguda.
Por esse motivo, as autoridades texanas são decretado alerta química preventiva nos arredores da planta de Crosby, mas esperam que a incêndios e extinga sem chegar a causar a liberação de peróxidos.

Ter cão reduz o risco de morte

Uma pesquisa revela que os proprietários de um desses animais têm 30% menos risco de morrer por questões relacionadas com a saúde

Inúmeros estudos já haviam demonstrado os benefícios emocionais que supõe ter cão e, agora, um novo estudo aponta que esses efeitos também se manifestam no aspecto puramente físico. Pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, realizaram uma pesquisa que revela que as pessoas que são donas de um cão têm um risco de morte inferior ao resto.
Os autores do relatório analisaram os registros médicos de quase quatro milhões de pessoas durante um período de doze anos, nenhuma das quais tinha antecedentes de doenças cardiovasculares. Dá-Se o caso de que a lei sueca obriga a ter um censo com todas as pessoas que são proprietárias de um animal de companhia. desta forma os pesquisadores puderam saber quantas das pessoas objetos de estudo tinham cão.
E o que foi observado foi uma tendência, que revelou que aquelas que tinham cão tinham um 115 menos de contrair uma doença cardiovascular, e 33% menor de morrer por qualquer outra causa relacionada com a saúde. Convém assinalar que se trata de um estudo observacional, portanto só se pode estabelecer a existência de um vínculo entre os dois acontecimentos.
Os próprios autores dele studio reconhecem que seu relatório não serve para explicar porque ter um cão afeta tão positivamente a saúde das pessoas, mas acreditam que o fato de que os proprietários façam mais esforço físico ao tirar a passear com seus animais, certamente influenciará. Mas também não se descarta a possibilidade de que as pessoas que já pro se têm hábitos mais saudáveis, sejam as que mais se decidem ter cão.

3 doenças sexuais entre as mais procuradas na internet em Portugal

A ejaculação retardada, ou seja, a incapacidade de ejacular ao praticar o coito, ocupa o segundo lugar do ranking

Quais são os problemas de saúde que mais preocupam os espanhóis? A Internet é o lugar ideal para descobri-lo, já que todos, em maior ou menor medida, temos a rede para obter informações de qualquer achaque que nos afete. A plataforma médica Doctoralia acaba de publicar um relatório sobre quais são as doenças mais procuradas na internet em nosso país durante o ano passado. E o primeiro lugar ocupa a hipertensão arterial, o que não surpreende muito, já que se calcula que este é um problema que afeta a 42% da população adulta.
A surpresa veio ao descobrir que no ranking encontram-se três doenças relacionadas com o sexo. De fato, o segundo lugar é ocupado pela ejaculação retardada. Trata-Se de um distúrbio que faz com que o homem não possa ejacular enquanto pratica o coito (seja vaginal ou anal) com outra pessoa. Estima-Se que 4% dos homens espanhóis o sofrem. Na maioria dos casos, é um problema que tem uma origem psicológica, já que a pessoa pode ejacular quando se masturba. Mas também existem pacientes em que o transtorno é causado por drogas, doenças neurológicas ou lesões físicas que afectam a espinha dorsal.
E o quarto e o décimo lugar do ranking corresponde a sífilis e a faringite gonocócica. A primeira delas é uma doença que deve preocupar-nos, especialmente, já que a Espanha é o terceiro país da União Europeia com mais infecções (atrás de Alemanha e Grã-Bretanha), com uma média de mais de três mil casos anuais. E a faringite gonocócica é uma doença que se transmite ao praticar o sexo oral.
Na lista também aparecem doenças que, certamente, muitos acreditarem não ter ouvido falar nunca, mas são mais comuns do que parecem. Como, por exemplo, a infecção por nemátodos, que é o nome científico que recebem os vermes intestinais e que se situa em quinto lugar.
Menos conhecida é a erisipela, uma infecção da pele que faz com que se irrita de uma forma terrível, e que afeta geralmente as pernas e o rosto do paciente.
O ranking definitivo das doenças mais pesquisadas fica assim:
Hipertensão
Ejaculação retardada
A infecção dos gânglios linfáticos
Sífilis
Oxiuros
Apendicite
Tensão arterial baixa
Disfonía espasmódica
Erisipela
Faringite gonocócica

Quais são os riscos de exporse aos gases do diesel?

As emissões destes carros foram classificadas no nível mais alto de perigosidade das substâncias que provocam câncer

Um novo escândalo explodiu na Alemanha após a revelação de que cientistas da Associação Europeia de Estudos sobre a Saúde e o Meio Ambiente no Transporte, teriam sido realizados testes com macacos, e também com humanos, para tentar demonstrar que as emissões dos motores a diesel não eram tão prejudiciais como se dizia. Mas, quais são os riscos de expor-se à emissão da fumaça desses carros?
Os principais gases que contém o fumo dos motores diesel são dióxido de carbono (CO2), oxigênio, nitrogênio, vapor de água, monóxido de carbono (CO), dióxido de enxofre, óxidos de nitrogênio (NOx), além dos hidrocarbonetos e seus derivados. Embora a principal característica destas emissões é que produzem partículas (formadas por carbono, compostos do óleo diesel e o óleo…) numa proporção vinte vezes superior à dos motores a gasolina.
E, precisamente, em 2012, a Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer, encarregada de monitorar que as partículas são cancerígenas, eleita em que ocorre a combustão de diesel no nível 1 de periculosidade, que corresponde ao que está demonstrado cientificamente que provocam câncer.
Embora os problemas para a saúde não param por aí. Os primeiros efeitos negativos destas emissões são visíveis nas mucosas das vias respiratórias e dos olhos. Mas, além disso, de acordo com dados do Instituto Suíço de Saúde Pública, numerosas patologias cardiovasculares (infarto do miocárdio e o acidente vascular cerebral) peuden ser causadas ou estimuladas pela exposição a este tipo de emissões.

Os japoneses têm os rins diferentes dos nossos Mas, por quê?

Uma investigação revela que têm muitos menos nefrones que os europeus

Japão é o segundo país do mundo (Estados Unidos ocupam o primeiro lugar em incidência de doenças do rim. Calcula-Se que uma em cada dez pessoas sofre de algum tipo de transtorno relacionado com o referido órgão. Mas, qual é a causa desse problema de saúde no país nipônico?
Uma pesquisa realizada por membros da Monash University, da Austrália, parece ter descoberto a resposta, e a chave do problema está nos nefrones. Trata-Se de uma série de estruturas localizadas dentro dos rins, cuja função é a de depurar o sangue, eliminando as impurezas e transfiriéndolas à urina.
Os europeus temos em média, cerca de 900 mil nefrones. Mas os pesquisadores australianos descobriram depois de fazer vários jovens que a média de nefrones nos rins japoneses ronda os 300 mil. E a conclusão que se extrai é evidente: quanto menor o número de nefrones, a capacidade para depurar o sangue também é menor, o que aumenta o número de doenças relacionadas com essa parte de nosso organismo.
Mas, por que os japoneses têm menos nefrones? A razão não é clara, mas os pesquisadores australianos operam com uma hipótese. Todos os rins, os que realizaram a autópsia pertenciam a pessoas que nasceram nos anos imediatamente posteriores ao término da II Guerra Mundial. Aquela foi uma época de miséria e necessidades, em que os recém-nascidos tiveram problemas de desnutrição. E esses problemas podem ser uma das causas.
Como já dissemos, é apenas uma hipótese. mas, se fosse verdade, significaria que as novas gerações de japoneses, melhor alimentadas e fisicamente mais saudáveis, devem ter uma média de nefrones superior a 300 mil.

Você pode infecção com o herpes um lápis de lábios?

Uma mulher reclama por essa causa 250.000 dólares para uma famosa marca de cosméticos

Uma mulher apresentou uma queixa contra a empresa de cosméticos Sephora, que pede uma indemnização de us $ 250.000. A requerente afirma que contagiou do vírus do herpes ao experimentar um batom em uma de suas lojas de Los Angeles. Aqui não vamos entrar a analisar os pormenores do caso, já que não conhecemos detalhes suficientes do mesmo. Mas se queremos saber se realmente é possível contrair o herpes dessa forma.
Em Quo entramos em contato com a especialista Rui Nuno, membro da AEDV: Academia Espanhola de Dermatologia e Venereología, que nos explicou que: “Tecnicamente, se é possível que aconteça algo assim. A saliva é uma das vias de transmissão do herpes, e uma pessoa que fosse portador pode transmitir o vírus ao lápis de lábios e que este ficasse infectado. Embora o contágio mais comum é quando há lesões ativas. Ou seja, quando uma pessoa tem as denominadas calenturas que são formados por células e, em seguida, erosões ou úlceras e que são as que têm maior quantidade de partículas virais”.
De acordo com especialistas em doenças infecciosas da universidade Johns Hopkins Center for Health Security de Baltimore, o vírus pode sobreviver uma margem de cerca de duas horas (dependendo das condições de temperatura e umidade no lápis de lábios).
Mas, embora tecnicamente seja possível esta forma de contágio, parece que não é a mais provável. “Há muitas possibilidades de que a mulher de Los Angeles já estivesse infectada do vírus, já que há uma maneira mais simples de contraerlo”, disse a doutora Nuno.
De qualquer forma, para evitar casos como esses, a maioria dos estabelecimentos especializados em produtos cosméticos utilizados mostram descartáveis (que são deitados fora depois de ter usado por uma pessoa), ou empregar pincéis que são desinfectados antes de os usar outro cliente.

Escalar montanhas poderá provocar surtos psicóticos

Um relatório assegura que se trata de um fenômeno não identificado diferente do que é chamado de mal de altura

Quando se escala uma montanha, acima dos 7.000 metros sobre o nível do mar, os riscos que se correm são muito elevados. E entre eles figura o de sofrer sintomas semelhantes aos de um ataque psicótico. Entre eles figuram a ter alucinações, ouvir vozes inexistentes ou farejar odores fantasmas. Sempre havia vinculado a esse tipo de experiência com o mal de altura, mas, agora, um novo estudo sugere que se trata de algo completamente diferente.
Pesquisadores do Eurac Research e do Medical University de Innsbruck, analisaram os casos de dezenas de escaladores que sofreram este tipo de episódios. Entre eles havia um que relatava que havia começado a ouvir vozes em francês, que em sua mente havia respondido na mesma língua. Ou isso porque acreditava que, posteriormente, se lembrou que não sabia falar francês. Outros escaladores relataram ter visto hordas de pessoas movendo-se na distância. Uma série de experiências que, embora possam parecer inofensivas, na verdade, podem ser muito perigosas, já que existe o risco de que o montanhista perca o controle de seus atos e sofre um acidente grave e até mesmo fatal.
Os autores dele studio acreditam que há indícios para diferenciar estes sintomas que causa o mal de altura, e também dos provoca outra condição conhecida como edema cerebral de altitude. E pensam que teria que começar a considerar a existência de um novo mal que pode ser chamado de psicose de altitude. Mas, o que é que isso produz?
Os pesquisadores ainda não sabem com certeza. Mas especulam que ele poderia ser o efeito de uma série de causas que incluiriam a falta de oxigênio, o stress, e um pequeno inchaço do cérebro. Seja como for, o certo é que esses sintomas começam a desaparecer, quando se desce abaixo de sete mil metros.
Em relação ao mal de altura, trata-se do conjunto de sintomas que podem experimentar-se por hipóxia ou falta de oxigênio, ao subir acima de 2.400 metros, e que podem incluir tonturas, dores de cabeça, náuseas, dificuldade para respirar, e incapacidade de manter a atenção e os sentidos alerta.

Os perfectionists pensam mais em suicídio

Isso resultaria um revisa 45 estudos e conclui que este traço de personalidade está associada a uma maior ideação suicida

O suicídio é um problema de saúde pública. Cerca de 800.000 pessoas se suicidam a cada ano em todo o mundo e é a primeira causa de morte externa em pessoas com menos de 40 anos em Portugal e em muitos outros países.
A investigação biomédica tenta encontrar pistas que ajudem os profissionais de saúde a detectar de forma precoce, se uma pessoa está em risco de cometer um suicídio para oferecer-lhe ajuda.
Uma das variáveis sobre as quais se têm publicado inúmeros estudos é a personalidade. O influencia no risco de cometer suicídio? Se é assim, o que traços são os mais relevantes? Um estudo recentemente publicado revela que o perfeccionismo está associada com uma maior idealização, isto é, pensamentos sobre a possibilidade de levar a cabo um suicídio.
Os resultados são publicados na revista Journal of personality e revisam um total de 45 investigações que somam um total de 11.747 indivíduos entre os estudantes, população de maior idade e pacientes psiquiátricos.
O estudo encontrou correlação entre numerosos traços relacionados com o perfeccionismo e a ideação suicida, como por exemplo, a ‘preocupação perfeccionista’. Sob este termo engloba o “perfeccionismo socialmente prescrito’, a preocupação com os próprios erros, as dúvidas sobre as ações realizadas e as atitudes perfectionists em geral.
Outro grupo de disposições que também se relacionaram com a ideação suicida é a de que os ‘esforços perfectionists’, como ter alguns padrões pessoais, difíceis de alcançar. Outras duas variáveis encontradas foram a presença de crítica por parte dos pais e as grandes expectativas provenientes também por parte dos pais.
As pesquisas da ciência, para esclarecer se existe relação entre o perfeccionismo remontam há mais de 50 anos. Este estudo trata de coletar a evidência acumulada até agora e acórdão que o perfeccionismo aumenta o risco de pensar em suicidar-se.

O são a hiperatividade e os problemas do sono ‘dois lados da mesma moeda’?

Propõem que os distúrbios do sono podem ser causa ou consequência do TDAH

Muitas pessoas com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) tem problemas para conciliar o sono ou para dormir bem durante a noite, mas até agora, essa questão foi visto como um processo independente e que pouco tinha que ver com esta situação.
Mas agora, alguns pesquisadores têm proposto que a hiperatividade e os problemas do sono podem ser duas faces da mesma moeda. Ou seja, pode ter que ver mais do que se pensava e que não sejam duas questões que se desenvolvam de forma independente.
“Parece que o TDAH e os problemas do ritmo circadiano estão relacionados, na maioria dos pacientes. Se você verificar a evidência, parece que a hiperatividade e a falta de sono são duas faces da mesma moeda fisiológica e mental”, declarou Sandra Kooij, professora de psiquiatria em Amsterdam e fundadora da Rede Europeia de TDAH em Adultos.
Para chegar a esta conclusão, Kooij se baseou em dados diferentes do que foi apresentado no Congresso ECNP para o tratamento das doenças mentais, que se realiza atualmente em Paris.
Entre os dados que forneceram a professora de psiquiatria se encontram, nas pessoas com TDAH, a fase fisiológica do sono está atrasado em uma hora e meia, têm um maior nível de alerta da tarde, muitas pessoas se beneficiam de tomar melatonina, que regula o ritmo circadiano e muitos têm uma ‘dívida de sono’.
“Estamos trabalhando para confirmar estes dados com biomarcadores como níveis de vitamina D, glicose ou insulina”, indica Kooij. “Se se confirmar esta relação leva-nos à seguinte pergunta, o TDAH causa problemas de sono ou problemas de sono causam o TDAH”.

Descobrem o mistério dos íncubos, os espíritos que atacavam os sonhos

Um estudo revela que uma em cada dez pessoas tem experimentado esse fenômeno tem ao menos uma vez na vida

Os íncubos são uma criatura mítica, espíritos que atacavam ou possuíam as pessoas enquanto dormiam (os súcubos seriam sua versão feminina). Pode parecer que este tipo de eventos são coisa do passado, algo próprio de épocas mais dadas à superstição. Mas, agora, um novo estudo realizado pela Universidade de Leiden, nos Países Baixos, revela que continuam a ocorrer com mais freqüência do que se acreditava. Até o ponto de que se estima que uma em cada dez pessoas já sofreram este tipo de experiência pelo menos uma vez na sua vida.
Claro, os íncubos não há mais que a imaginação das pessoas. Mas a sensação de ser atacado por algo, enquanto dormimos se que é um fenômeno real. É chamado de paralisia do sono.
Imagine que você acorda, mas não consegue se mover. Você é capaz de ouvir e perceber o que acontece ao seu redor, mas não consegue reagir. É o que acontece com as pessoas que sofrem a chamada paralisia do sono, uma rara, mas angustiante doença. Por sorte, os episódios remetem passados poucos minutos.
Esta situação também pode ocorrer quando a pessoa está tentando conciliar o sono e pode ser desencadeada por situações como o estresse, a ausência prévia de descanso ou dormir com ciclos de sono anormais. Outra doença relacionada com a paralisia do sono é a narcolepsia.
O problema é que a ciência ainda não foi capaz de esclarecer exatamente o que ocorre no nosso corpo, para que isso aconteça. Uma das teorias que tenta explicar esta patologia propõe que a fase do ciclo de sono REM (rapid eye movement, por suas siglas em inglês) é sobreposta na fase de vigília, causando sintomatologia.
Outra teoria propõe um desequilíbrio entre as redes neurais que regulam o sono. Neste sentido, indica-se que as células colinérgicas poderiam estar hiperactivadas, enquanto que as que produzem serotonina experimentam a situação contrária, uma descida de sua ativação.
Mas, como se percebe este fenômeno é algo que varia muito, dependendo das crenças religiosas de cada pessoa e a cultura de pertença. as pessoas supersticiosas podem atribuírla a íncubos ou espíritos. Os muçulmanos, por exemplo, atribuídos a algumas entidades demoníacas chamadas jinns. E o estudo recolhe mesmo o caso de uma menina de quinze anos que dizia ser atacada por seres com forma de pinguíno. São os diferentes disfarces que adquire a paralisia do sono.