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O que acontece com este homem no bíceps? Tem uma deformidade chamada braço do Popeye

É provocado pela ruptura de um tendão

O braço da foto pertence a um paciente japonês, protagonista de um estudo médico publicado em revista especializada The New England Journal of Medicine. Pode parecer que o que se destaca do braço é um bíceps desenvolvido de forma um tanto estranha, mas, na realidade, trata-se de uma deformação do músculo conhecido como braço do Popeye (Popeye’s sign, em inglês).
Embora as rupturas de tendões são muito mais comuns nas extremidades inferiores que nas superiores, o que causa desta síndrome é a ruptura do tendão da cabeça longa do músculo bíceps braquial. A causa é sempre a realização de um esforço excessivo ao se levantar um peso. Uma vez produzida a ruptura, aparece esse núcleo tão atraente ao flexionar o braço, embora possa passar despercebido quando se mantém em repouso.
Este tipo de lesão é típica de atletas que praticam musculação, e fazem repetições rápidas, com muito peso, escalada, e qualquer esporte que necessite de uma flexão extrema do referido músculo. Mas também pode afetar pessoas mais idosas que sofrem de artrite ou osteoporose.
Quem sofre tem dificuldades notáveis para flexionar o braço, e, cãibras e dores que se estendem até o ombro. Esta doença pode curar com um plano de reabilitação, embora em alguns casos, recorre-se à cirurgia para reparar o tendão danificado.

O que é a placentofagia? Os médicos não recomendam

Trata-Se do fato de comer a placenta, uma vez que se tem dado à luz, comumente na forma de comprimidos.

Antes era coisa de poucos, mas cada vez mais mulheres decidem levá-lo a cabo. Quais seus benefícios? Para elas é uma forma de prevenir a depressão pós-parto e outras complicações decorrentes do mesmo (recuperação do útero, segregação de leite nas mamas). Além disso, entendem o processo como o fechamento de um círculo em torno do nascimento de um novo ser humano, no qual, a ingestão é o último passo, fornecendo energia já não só para a mãe, mas o resto da família que se soma à experiência.
A forma de comê-los, é variada. Do pará-la e tomá-la em fatias preso em batidos, como liofilizarla para convertê-la em pó, o qual se encerra e se ingerido em pequenas doses nas semanas seguintes, à gravidez. Uma técnica que já foi presumido Kim Kardashian e que tem servido de modelo para muitos outros, que têm seguido os seus conselhos. Mas os médicos têm algo a dizer sobre isso: não é bom comer a placenta.
De acordo com um recente estudo realizado pelo dr. Amos Grünebaum, do Weill Cornell Medical College, em Nova York, esta prática pode trazer problemas para a mãe e para o bebê, o qual se alimenta dela através de seu peito. Aparentemente, não traz nenhum benefício provável e a lista de pontos negativos se alongando, especialmente se a placenta não é cozinhada de forma adequada (no caso de comê-lo como prato). Uma cozedura baixa pode fazer com que as possíveis bactérias que residem nela, não acabem por morrer e infectar a quem o tome por via oral. De fato, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos aponta que, para ser “saudável”, ao menos “deve ser aquecida a cerca de 55 graus centígrados durante pelo menos 2 horas”.
Apesar de que é quente de forma adequada, a CDC adverte que os metais pesados e os hormônios podem resistir a essas altas temperaturas e afetar, por isso, as mães. Algumas delas apontaram ter fortes dores de cabeça, os quais pensam que podem ser causados pelo Cádmio que teria na placenta cozida.
Questão de dinheiro
Outros problemas derivados têm que ver com o aproveitamento económico. De acordo com o doutor Grünebaum: “A gente que diz às mulheres que devem comer suas placentas fazem dinheiro com isso. O processo custa entre 200 e 400 dólares (de 170 a 340 euros)”.
Fonte: Live Science

As pessoas com ‘trabalhos de escritório’ têm mais risco de morrer de parkinson

Pelo contrário, os profissionais que trabalham ao ar livre morrem por esta causa, a menos que a média

As pessoas que trabalham no domínio da informática e matemática têm 67% mais de chance de morrer de parkinson ou esclerose lateral amiotrófica que a média, enquanto que os mineiros têm um 31% a menos de chances.
É uma das conclusões de um estudo que compara as causas de morte e as ocupações de mais de 12 milhões de mortes ao longo de todo os Estados Unidos. Destaca-se que as pessoas que têm trabalhos principalmente de escritório, que se desenvolvem em recintos fechados ou ‘white collar jobs’ têm maior risco de morte por doença de parkinson e a esclerose lateral amiotrófica que os indivíduos que desenvolvem trabalhos ao ar livre.
O estudo mostra que os profissionais do âmbito legal, têm um 62% a mais de chances de a média de morrer por essas duas doenças, os arquitetos 55% a mais e os professores chegava até 67%.
A outra face da moeda são as profissões que se desenvolvem ao ar livre. Os trabalhadores da construção têm 21% menos de chances de morrer por doença de parkinson ou esclerose lateral amiotrófica que a média, enquanto que os fazendeiros este valor situa-se em 14% menos.
O estudo foi publicado no ‘Morbidity and Mortality Weekly Report’ e os autores têm reconhecido que não sabem a que se devem essas diferenças na mortalidade, especialmente quando algumas das profissionais que trabalham ao ar livre podem ter mais probabilidade de exposição a tóxicos que poderiam influenciar na patogênese da esclerose lateral amiotrófica. Não obstante, cabe a possibilidade de que os trabalhadores ao ar livre têm menor esperança de vida e isso implique que sofrem menos doenças neurodegenerativas, como as duas em que se centra o estudo.

E se não fosse apenas o glúten, o que te faz sentir mal ao comer trigo?

Uma pesquisa revela que os frutanos podem ser os responsáveis de que muitas pessoas se sintam mal embora sigam uma dieta sem glúten

Calcula-Se que cerca de 2% da população é celíaca. Mas existe também outro percentagem de pessoas que, embora não sofra desta doença, experimentam dores de estômago quando consomem produtos derivados do trigo. Mas, assim como os celíacos não experimentam sintomas adversos quando consomem produtos sem glúten, existem muitas outras pessoas que o trigo e seus derivados seguem-se-lhes sentando mal embora os consumam livres desta proteína.
É o que é conhecido como Sensibilidade ao glúten não celíaca (ACSG), uma patologia que foi nomeada pela primeira vez em 1970, e que tem levantado muita controvérsia, já que durante muito tempo não foi considerada como uma doença real. Atualmente, estima-se que poderia afetar a 6% da população.
Por esse motivo, muitos pesquisadores levam tempo perguntando se existem outros compostos do trigo que também possam afetar a saúde de algumas pessoas. E a resposta foi descoberto um estudo realizado por especialistas da Monash University, na Austrália.
Os resultados do estudo apontam para um culpado, muito concreto. Trata-Se de um grupo de carboidratos conhecidos como frutanos, compostos por moléculas de frutose, e que estão presentes no trigo, as cebolas, os aspargos e o alho. Os pesquisadores realizaram um experimento com 60 voluntários, nenhum dos quais era celiaco. A metade deles deram-lhes barras de cereais com glúten e o resto com frutanos. E o resultado foi que os do segundo grupo mostraram sintomas relacionados com a síndrome do cólon irritável.
Para os autores do estudo, estes resultados destacam por que algumas pessoas não lhes basta seguir uma dieta sem glúten, para se sentir bem. Mas reconhecem que este estudo é apenas um primeiro passo para tentar definir quantos e quais são os componentes do trigo que podem afetar a saúde.
Convém assinalar que não é a primeira vez que os frutanos são vinculados com o síndrome do cólon irritável. Mas, ao mesmo tempo, existem outros estudos que apontam que, em alguns casos, esses carboidratos podem ter efeitos benéficos, ajudando a reduzir o colesterol, ou que podem ajudar a prevenir a diabetes e a osteoporose.
Talvez a chave esteja em que os frutanos só sejam prejudiciais para as pessoas que sofrem de ACSG e, pelo contrário, são benéficos para o resto. Mas, para estar seguro, será necessário aguardar os resultados de futuras pesquisas.

A doença das vacas loucas poderia ser dada através da pele

Uma nova pesquisa detecta a presença de priões que causam este mal na pele de pessoas infectadas

Até muito recentemente, pensava-se que a doença de Creutzfeldt-Jakob, também é conhecida como doença das vacas loucas, só podia apanhar comendo carne de animais infectados, estando em contacto com o cérebro de pessoas ou de animais que morreram por sua causa, através de instrumental cirúrgico utilizado na prática e, de forma mais rara, por meio de uma transfusão de sangue. Mas, agora, um novo estudo realizado por pesquisadores da Case Western Reserve University, de Ohio, aponta para uma possível nova via de contágio entre humanos: a pele.
Os pesquisadores detectaram a presença de priões (agentes infecciosos) que causam esta doença, na pele de mais de trinta pessoas que haviam sido diagnosticadas desse mal. Esta descoberta implica, segundo os autores da pesquisa, que podem infectar outra pessoa, se esses infectam presentes na pele penetrasen na corrente sanguínea. Apesar disso, afirmam que as chances de contrair por essa via, embora reais) continuam muito baixas, já que as concentrações de infectam a pele são em média cerca de cem mil vezes inferiores às detectadas no cérebro ou no instrumental cirúrgico infectado.
Convém lembrar também que, já em 2011, um experimento realizado com ratos da Universidade de Zurich revelou que a doença também pode ser transmitida pelo ar. Os pesquisadores usaram latas para espalhar os priões pelo ar, e o resultado foi que todas as cobaias que respiraram caíram doentes.
Um estudo realizado pelo Instituto de Saúde Carlos III, em 2014, aponta que a média anual de novos casos desta doença em Portugal é de 1,3 milhão de pessoas. A incidência é maior em pessoas com mais de 69 anos, e 55% dos pacientes geralmente são mulheres.

A ansiedade pode ser um sintoma de alzheimer

Um estudo revela que aumenta quando aumentam os níveis de beta-amilóide no cérebro

O mal de alzheimer é uma doença para a qual ainda não há cura. Por esse motivo, tentar identificá-las primeiros sinais de que este mal neurológico é vital para tentar diminuir e minimizar o seu avanço. Agora, um estudo realizado pelo Brigham and Women’s Hospital, nos Estados Unidos, sugere a existência de uma relação possível entre a ansiedade e o mal de alzheimer.
As chamadas placas senis são depósitos de proteínas beta-amilóide no cérebro que são associadas com a deterioração neurológica. Os autores do estudo realizaram um experimento com trezentos e adultos para tentar descobrir a possível relação entre alguns dos sintomas associados à depressão, e a presença de tais depósitos. E o que descobriram é que os casos de ansiedade aumentavam conforme aumentava a quantidade de beta-amilóide acumulada no cérebro (embora isso não significa que a ansiedade se deva sempre a essa causa).
São necesartios mais estudos que comprovem a este resultado, mas o dado aponta que a ansiedade poderia ser, em alguns casos, um indicador da presença de níveis anormalmente elevados desta proteína. Isso pode ser um indício de um maior risco de desenvolver mal de alzheimer, já que os depósitos começam a se acumular durante dez ou mais annos antes que o paciente apresente sintomas evidentes de deterioração neurológica. Mas também não significa obrigatoriamente que qualquer pessoa que tenha ansiedade vá realmente a desenvolver a doença. São necessários mais estudos que corroboren a existência deste vínculo, e que explicam a sua natureza.

A doença de veado zumbis podem infectar os seres humanos

Trata-Se de um mal degenerativo semelhante ao das vacas loucas

Fonte: Wikipédia/Scott Bauer.
Vários exemplares de cervos morreram nos últimos meses em vinte e dois estados dos ESTADOS unidos, e em algumas áreas do Canadá. A causa foi a chamada doença de desgaste crônica, um mal degenerativo que afeta o sistema nervoso desses animais, destruindo-o de forma progressiva até causar a morte. Os exemplares infectados apresentam um comportamento anormal, movendo-se de forma desajeitada e lenta, o que provocou que se lhes chame cervos zumbis.
Trata-Se de uma doença que guarda certas semelhanças com o mal da vaca louca, já que é transmitida também através de priões. A doença foi detectada pela primeira vez em 1960, no Colorado e, desde então, tem havido casos (além de na américa do norte), em países como a Noruega e Coreia do Sul.
Mas, até à data, nunca se tinha observado que essa doença afectar a outras espécies e ao ser humano. Pensava-Se que existia uma barreira biológica que impedia o contágio entre as espécies. Mas essa crença acaba de ser desmentida por um novo estudo realizado pelo Centro de Pesquisa Príon da Universidade Estadual do Colorado.
Os pesquisadores observaram que cinco macacos que comeram carne de veado que haviam morrido por esta doença, se contagiaron com os priões. É a primeira prova de que os macacos também podem ser infectados, o que significa que há muitas possibilidades de que o ser humano também possa desenvolvê-la se come carne de veado doentes.

É possível que se quebrem o coração? Clinicamente podese

Uma mulher dos Estados Unidos sofreu desta condição clínica que imita as dores e sensações próprias de um ataque cardíaco após uma morte de alguém querido.

O caso estava claro. Joanie Simpson, de 62 anos, levantou-se uma manhã com uma terrível dor nas costas, o qual passou para o peito, antes de cair desplomada. Em apenas 20 minutos estava em um hospital de Washington, a ponto de ser levada de helicóptero até Houston. Lá estava à espera de um equipamento médico especializado para reservas, mas quando chegou, e depois de passar por uma série de testes deram-se conta de que não tinha nada e que suas artérias não estavam obstruídas. Havia sofrido mais o que se conhece como cardiomiopatia de Takotsubo ou síndrome do coração partido.
Isso implica que a pessoa que o padece pode chegar a imitar os sintomas próprios de um ataque cardíaco, mas sem chegar a tal gravidade. Entre eles, uma aparição repentina de insuficiência cardíaca e dor torácica aguda, como o que tinha sofrido com a mulher. Este tipo de situações acontecem quando teve uma perda trágica recentemente, como a morte de um companheiro ou de um filho. No caso dela, foi a morte de sua cachorrinha Meha, um Yorkshire Terrier.
O caso foi recolhido nesta semana passada na revista New England Journal of Medicine, para chamar a atenção para o efeito que têm os animais domésticos, sobre a saúde das pessoas. Neste caso, a dor que sentiu a senhora Simpson foi tão forte que a possível perda de um ente querido: “As crianças já são mais velhos e vivem fora de casa, assim que ela era nossa pequena. Foi muito difícil vê-la morrer depois de meses doente, mais ainda quando há mais coisas por que já estávamos preocupados. Apesar do ocorrido, com todo o amor e companhia que lhe dão os animais de estimação, continuarei tendo em minha vida”, disse a mulher.
Fonte: Science Alert | Washington Post
Imagem: Pixabay
Tags: animais, ataque cardíaco, animais e cão.

Dormir mais te faz comer menos doces no dia seguinte

Os participantes em um experimento reduziram sua ingestão diária de açúcar em dez gramas por dormir sete horas por noite

Dormir menos horas do que o necessário nos faz sentir cansados. Mas, agora, uma nova pesquisa realizada pelo Kings College de Londres, revela que cerca de hábitos de sono saudáveis podem ajudar-nos também a perder peso e a reduzir o apetite por doces no dia seguinte.
Os autores do estudo realizaram um experimento com vinte voluntários que dormiam em média seis ou menos horas por dia. Todos eles seguiram um curso para adquirir novos hábitos de sono, em que se lhes ensinaram truques, como não consumir cafeína a partir do meio da tarde, ou não ir para a cama demasiado cheio, mas não com fome. O resultado foi que, a partir de então, os participantes da prova começaram a dormir a cada dia um mínimo de sete horas.
Mas o resultado mais surpreendente foi o que se observou que todos eles começaram a ingestão diária de dez gramas, menos açúcar e menos carboidratos. Pelo contrário, os voluntários de outro grupo que não fez o curso, nem aumentaram suas horas de sono noturno, nem reduziram a ingestão diária de aliemntos doces. Mas, por que isso é assim?
Os pesquisadores ainda não têm claro, mas suspeitam que pode ser que a falta de sono faz com que o nosso cérebro tem “fome de doce”, para assim ativar os mecanismos de recompensa que compesen o stress provocado por não dormir. Mas também não se descarta que a alteração dos ritmos circadianos provocada pela insônia, afeta os mecanismos do nosso organismo para regular o apetite.

Retiram o café de uma empresa chamada ‘Desejo de morte’, porque podia vir a ser letal

Alguns comerciantes tomam o marketing ao pé da letra

Todos sabemos que, cada vez mais, o marketing spinner muito fino, seus temas. Mas, desta vez, passou de listra (mesmo que tenha sido sem querer). A companhia Death Wish Coffee (Nova York) orgulha-se de ser a que faz o café mais forte do planeta. Tanto é assim que seu café gelado em lata teve que ser retirado do mercado porque podia vir a ser letal.
De acordo com avisado da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos, a cruel ironia da questão é que os últimos lotes que foram produzidos, o café pode chegar a ser prejudicial para a saúde. A razão é que durante o processo pode dar-se o aparecimento da toxina botulínica tipo a, um dos venenos mais poderosos que existem e que podem causar o botulismo, uma doença que envolve o desenvolvimento de alterações vegetativas (náuseas, vômitos, secura na boca) e paralisia muscular progressiva, que afeta a função respiratória e que pode chegar a causar a morte.
Conforme explica Fortune, embora ainda não foram detectados casos entre a população, o produto foi retirado do mercado e o processo está a ser novamente avaliado. Mike Brown afirmou que “a segurança dos clientes é de suma importância e Death Wish Coffee está agindo de forma pró-ativa para garantir que os produtos continuem a ser da mais alta qualidade, mais seguros e, claro, mais fortes”.
A empresa tem garantido que qualquer pessoa que tenha adquirido recentemente o produto através de seu site tem direito a um reembolso completo que você irá receber em um prazo máximo de 60 dias. Além disso, por agora parou a produção e a venda on-line, “até que se implante um passo adicional no processo de elaboração”.