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Você não pode deixar de consultar o sal da comida? A causa pode estar na saliva

Descobre que as pessoas mais sensíveis ao sabor salgado têm grandes quantidades de uma enzima que altera os canais de sódio

O consumo excessivo de sal tem sido vinculado por diversos estudos a um aumento do risco de sofrer graves distúrbios cardíacos e circulatórios. Apesar disso, muita gente não pode deixar de dar sal (em quantidades que superam as recomendadas) para suas refeições diárias. O problema é que, muitas delas, asseguram que, embora eles gostariam de reduzir o seu consumo diário de sal não são capazes. Mas, qual poderia ser a causa dessa “dependência” ao sal?
Os investigadores suspeitam há muito tempo que uma das causas pode ser encontrado na saliva. E, agora, um novo estudo realizado por membros da Technische Universität München, em Munique. Os autores dele studio realizaram um experimento em que dividiram as pessoas em dois grupos, sensíveis e não sensíveis, em função de sua capacidade para detectar quão salgado era um prato.
Os especialistas observaram que existiam várias diferenças nas proteínas da saliva de pessoas mais sensíveis ao sabor salgado, e do resto. Concretamente, detectados na saliva das do primeiro grupo a presença de grandes quantidades de endopeptidasas.
Trata-Se de algumas enzimas que, segundo revelam os resultados deste estudo, alteram o funcionamento dos canais de sódio, o que permite que aumente a quantidade desta substância que penetra nas células.

Estes abacates ‘light’ vão revolucionar a dieta espanhola

É uma variedade baixa em gorduras, comercializada por uma empresa espanhola, e que conta com o selo do Programa de Alimentação e Saúde da Fundação Espanhola do Coração

Poder desfrutar do sabor do abacate, mas com menos 30% de gordura será possível a partir de agora, graças à variedade que irá comercializar a empresa nacional Arc Eurobanan. Um tipo de abacate que só poderemos desfrutar dos espanhóis e que se destaca por seu conteúdo em vitaminas A, B, C, e e K, proteínas, potássio, gorduras monoinsaturadas (forte antioxidante) e uma grande fonte de fibra.
Mas, como se cultivam este tipo de abacates tão especiais? De acordo com a empresa responsável por este projecto, foram identificados e selecionado as variedades que de forma natural (por causa da espécie e condições meteorológicas) reúnem as condições nutricionais ideais para serem considerados baixos em gorduras. Portanto, não existe nenhuma manipulação genética para ter conseguido este produto, o qual podereis identificados por sua pele lisa e verde e em que a companhia investiu mais de 2 anos de investigação.
Segundo Arc Euroban, este tipo de abacate é consumido principalmente em países da américa Latina e cultivado em climas muito específicos em áreas úmidas, próximas ao Equador, américa do Sul e central “, o que lhe confere excelentes propriedades e qualidades organolépticas muito diferentes de outros abacates mais comercializados”. Quanto ao seu aspecto, é de tamanho grande, chegando a pesar entre 400g-600g e pode ter dimensões que rondam entre os 8 e os 33 cm de comprimento e cerca de 13 cm de diâmetro. A polpa é de textura macia e aqueles que o têm provado apontam que é cremoso e com um sabor doce.
A dúvida que surge é, como não se supõe que as gorduras do abacate são boas para o nosso corpo? Que sentido faz, então, comercializar este fruto como light? Segundo a empresa: “há clientes que desejavam incorporar o abacate em sua dieta de forma mais usual, mas não podiam, porque lhes não compensava seu alto poder calórico”. Por outro lado, por ser um fruto que se enferruja de forma mais lenta, ajuda a torná-lo perfeito para o seu uso na gastronomia, antes de adquirir uma cor menos apetitoso.
Tags: abacate e frutas.

O que causou esta névoa tóxica em Inglaterra? A dispersão térmica

É o mesmo fenômeno que provocou a letal névoa que, em 1952, matou milhares de pessoas em Londres

Mais de 150 pessoas tiveram de ser atendidas após ser afetadas por uma misteriosa névoa tóxica que começou a dez quilômetros de Londres e que, em seguida, mudou-se para a costa de Sussex. Os pacientes apresentavam problemas respiratórios e irritação nos olhos, mas felizmente nenhum caso revestia gravidade. Mas qual foi a causa que desencadeou o evento?
No início se pensou que podia tratar-se de emissões industriais tóxicas provenientes da costa francesa, algo que já havia acontecido em alguma ocasião anterior. Mas os meteorologistas afirmaram que o vento e as condições climáticas faziam impossível que serão causados por esse motivo. Por outro lado, as pessoas afetadas alegaram que a névoa caro, de um modo semelhante ao cloro, embora a análise feita não encontraram vestígios dessa substância.
Por isso, os especialistas acreditam que a hipótese mais viável é que se trata de um caso de inversão térmica. O ar atmosférico, geralmente dispostas em camadas de acordo com sua densidade. Assim, o mais denso está nas inferiores, mais perto do chão, e o menos denso nas superiores. O normal, além disso, é que a temperatura dessas camadas de ar seja menor à medida que se ganha altura. Mas se aparece uma massa de ar muito frio, sem que haja vento ou nenhuma turbulência que ajude a dispersarla ou misturá-la com as diversas camadas de ar, a massa, por ser mais densa, cai ao chão e fica presa sob as camadas mais quentes.
Ocorre, assim, a imersão térmica é um fenômeno que retém a contaminação do chão, ao evitar que as substâncias poluentes crescer e ser destruída pela atmosfera. A Inglaterra já conhece de sobra este fenômeno, pois foi o mesmo que causou a letal fog londrino que, em 1952, provocou cerca de 12.000 mortes.

15 minutos podem ser o suficiente para mudar os seus cânones de beleza

Um experimento realizado em povos isolados da Nicarágua revela a influência das imagens de mulheres magras

Quanto tempo é necessário para que os cânones de beleza sugeridos pela publicidade e os meios de comunicação nos afetam? Apenas 15 minutos, de acordo com uma recente pesquisa realizada nas aldeias da Costa de Mosquito, na Nicarágua, uma área que ainda não havia chegado a televisão.
Os pesquisadores da universidade suíça de Neuchâtel se deslocaram até o local e realizaram um curioso experimento. Fizeram-se dois grupos de mulheres, umas mostraram imagens de modelos extremamente fina durante 15 minutos, enquanto que outras lhes ensinaram os modelos ‘plus size’.
Posteriormente, a todas as participantes exigiram que dibujaran seu “ideal de beleza feminino’. O que aconteceu? Constatou-Se que apenas quinze minutos são suficientes para influenciar as concepções sobre o cânone estético: as mulheres que viram modelos com tamanhos muito pequenos desenharam uma pessoa visivelmente mais magro.
Os autores quiseram mostrar como uma pequena influência, pode fazer para mudar nossos padrões de beleza. “Estamos tentando chamar a atenção sobre esses cânones e sua influência sobre os transtornos alimentares como a anorexia”, afirma Jean-Luc Jucker, coordenador do estudo.

O caso do homem árvore não tem cura

Após mais de dois anos de tratamento, suas verrugas voltaram a crescer

Crédito: Wikipédia/Monirul Alam.
Este homem indonésio chamado Abul Bajandar a vida mudou de forma brutal aos quinze anos de idade. Foi então que em suas mãos e pés começaram a aparecer alguns corpos ásperos semelhantes a verrugas, que foram crescendo de forma desproporcional. A causa dessa anormalidade, suas mãos pareciam ramos e seus pés raízes, por isso, foi apelidado de o homem árvore.
Bajandar era vítima de uma doença rara de origem genética chamada Epidermodisplasia verruciforme. Faz dois anos, uma equipe médica decidiu someterle a um tratamento inovador que combina drogas com a cirurgia. Foram necessários dezesseis operações para extirparle essas verrugas que, no total, peso de cinco quilos.
Pela primeira vez em dez anos, o paciente pode voltar a comer por si mesmo e realizar muitas outras tarefas do dia a dia que lhe estavam vedadas. Mas, infelizmente, as verrugas voltaram a crescer. E os médicos pensam agora que o seu caso pode não ter cura.
A Epidermodisplasia verruciforme é produzida por uma alteração genética que provoca no paciente uma sensibilidade extrema ao vírus do papiloma humano. E, ao tornar-se infectado com este microorganismo, aparecem em seu corpo escamas, verrugas e tumores. Mas o de Abul bajandar é um dos quatro casos mais extremos que foram observados a história, e um dos poucos em que essas terríveis verrugas só se acumulam nas mãos e pernas, em vez de se espalhar pelo resto do corpo.

A maconha light quer conquistar a Europa

Uma empresa suíça está começando a comercializar uma variedade cujo nível de compostos psicoativos é tão reduzido que cumpre com as legislações de quase todos os países europeus

Na Suíça está cultivando uma grande colheita de cannabis. Mas tem algo que a torna peculiar. Trata-Se de BlueDream, uma variedade de erva que se caracteriza por ter uma concentração muito baixa de tetrahidrocanabinol (THC), um dos principais componentes psicoativos, pelo que já se denomina maconha light.
O objetivo de seus produtores é distribuí-la legalmente por quase toda a Europa, já que a sua concentração de THC de apenas 0,2%, é inferior à que marcam as legislações da maioria das nações europeias para permitir sua venda. Além disso, também não vão ser comercializada como medicamento, mas como suplemento nutritivo.
Esta maconha legal já começou a comercializar na França, e o próximo objetivo é vendê-lo também legalmente na Itália. Em Portugal, a legislação permite comercializar produtos fabricados com maconha sempre que a concentração de tetrahidrocanabinol seja quase testemunhal. Igualmente, é legal o cultivo e a venda de uma variedade de esta planta conhecida como cânhamo.
A diferença entre o cânhamo e maconha tradicional é que os níveis de tetrahidrocanabinol são realmente baixos. Para se ter uma idéia, alguns a comparam com a cerveja sem álcool. Pelo contrário, esta variedade tem níveis mais altos de cannabis indica. Trata-Se de uma substância antipsicoactiva, o que explica por que a maconha seja mais reclamada que o cânhamo para uso com fins “recreativos”.

Por que um menino estava a ponto de morrer depois de comer um cachorroquente

Um síndrome descoberto por um cardiologista catalão tem algo que ver nesta história

Um menino de nove anos de Turquia se encontrava na sala de jantar de seu colégio. O menu incluía um cachorro-quente e, depois de dar-lhe um grande lanche, desapareceu e entrou em paragem cardíaca. Felizmente o final da história foi feliz, já que os serviços de emergência reanimaram.
Alguns podem se perguntar que relação pode ter o cachorro-quente com o ataque cardíaco. Apesar de não ser um alimento aconselhável para ingerir diariamente, o certo é que não foi o cachorro em si o que se acredita que deflagrou a greve, mas o fato de ter um grande lanche somado ao fato de ter uma doença cardíaca chamada de Síndrome de Brugada.
Esta alteração, descoberta em 1992 pelo cardiologista de nome homônimo, caracteriza-se por uma condução anormal do impulso elétrico nos ventrículos, as câmaras cardíacas que impulsionam o sangue por todo o corpo. A síndrome de Brugada pode predispor a sofrer arritmias aqueles que sofrem e pode ser necessário a implementação de um desfibrilador em seu coração para que ele possa agir em caso de arritmia ou parada cardíaca.
Mas então, o que tem que ver o cachorro com a arritmia? A resposta explica a cardióloga de pediatria do hospital de Cleveland, a doutora Elizabeth Saarel. Segundo declara a Live Science, acredita-se que o grande lanche pode ter desencadeado uma reação vasovagal.
Este tipo de reações que ocorrem quando se estimula o nervo vago, que tem várias funções. Entre elas está a desaceleração da freqüência cardíaca. Estas reações vasovagales podem ser ativados por estímulos, como o calor excessivo, uma emoção forte, a realização de grandes esforços, ou, como crêem no caso da criança, ter dado um grande lanche.
Em pessoas “normais” a situação pode acabar em um enjôo, uma queda devido a esse desmaio ou até mesmo uma perda transitória da consciência, conhecida no jargão médico como síncope.
O problema chega quando somamos esta reação a uma pessoa com Síndrome de Brugada. Nesse caso pode-se desenvolver uma arritmia maligna ou diretamente a uma parada cardíaca, como parece que aconteceu no pequeno turco. Para resolver a situação (se a sorte está de nosso lado) o pessoal de saúde pode usar um desfibrilador, um dispositivo que aplica uma corrente elétrica para tratar de ‘reiniciar’ a condução do nosso coração. É exatamente o que aconteceu e o que permitiu que a curiosa história do cachorro-quente tivesse um final feliz.

Um homem morre ao ser sugado por uma máquina de ressonância magnética

O campo magnético do aparelho atraiu violentamente por usar um tubo metálico

Um homem morreu em um hospital da Índia após ser sugado por uma máquina de ressonância magnética. O falecido tinha entrado na sala para acompanhar um parente que ia fazer o teste. Mas o homem trazia na mão um tubo metálico cheio de oxigênio líquido, o que fez com que a poderosa atração magnética do aparelho lhe succionara. Sua mão ficou presa entre a máquina e o tubo de oxigênio ao invés, que se quebrou com o impacto. Os médicos concluíram que morreu por ter inalado muito oxigênio líquido.
Este trágico evento serve-nos para lembrar por que nunca se deve entrar com objetos de metal (por muito pequenos que sejam) em um lugar onde se realizam este tipo de testes médicos. As máquinas de ressonância funcionam criando um poderoso campo magnético que é capaz de atrair violentamente a qualquer objeto de metal, que seria disparado em direção a ela, com o perigo que isso implica para aqueles que estão dentro.
Mas, além disso, essa atração também afeta qualquer implante metálico que a pessoa tem em seu organismo. A máquina pode fazer com que se movam ou aquecidos, provocando feridas internas. E as consequências podem ser piores para quem tiver uma bala dentro de seu corpo. Por esse motivo, no caso das pessoas com implantes foram tomadas precauções especiais e, até mesmo, às vezes não se submete a esta prova.
Além disso, o campo magnético da máquina pode perturbar o normal funcionamento de aparelhos como o pacemaker.

Uma nova vacina universal para curar a gripe?

Trata-Se de uma vacina de DNA que pode conseguir reduzir para apenas um furo a solução para não sofrer gripe

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A empatia pode acabar com as epidemias de gripe
Será que os homens sofrem mais com os sintomas da gripe? Ou será que só é que são mais choramingando?
Por que é tão difícil conseguir uma cura efetiva para a gripe? Certeza que muitos de quem nos lê, eu vo-lo pedir, sobre tudo quando vos vacunáis todos os anos para não ter que sofrer, mas em vez de conseguir evitá-la, os milagres ligados a um pacote de lenços e engajados na cama. A resposta é que é um vírus que está em constante mudança e é muito diferente de um ano para outro, por isso que uma vacina efetiva deste 2018, pode não sê-lo para a próxima temporada.
Mas agora, isso pode mudar graças à descoberta de um computador da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, que criaram uma vacina baseada em DNA que poderia acabar com a gripe da humanidade, com apenas uma injeção. Assim o explica, a líder do projeto Deborah Fuller: “A atual vacina contra a gripe é um vírus que se encontra inativo. Este cresce em ovos para depois ser ‘desligado’ e, posteriormente, injetado no ser humano. O tipo de vacina que criamos envolve a injeção de um código genético para as proteínas do vírus às células. São elas que lêem essa informação e produzem diretamente os antígenos. Nosso sistema reage a estas proteínas virais e responde inmunizando o corpo em frente a uma possível infecção”.
As atuais vacinas contra a gripe são um incômodo, não apenas para os pacientes que devem peruca, mas também para aqueles que devem produzir por si (o que pode levar cerca de 9 meses). Além disso, sempre fazendo uma estimativa de que venham a ser necessárias, o que pode provocar um erro de cálculo. Ao contrário, as vacinas baseadas em DNA, podem ocorrer em muito menos tempo, cerca de 3 meses, o que as torna uma ferramenta eficaz contra uma possível pandemia.
Está previsto que as primeiras vacinas deste tipo estão no mercado nos próximos 5 ou 10 anos. Além disso, a equipe da doutora Fuller, também trabalha em uma espécie de “arma genética” com que poder injetar esta informação nas células de forma mais eficaz, melhorando assim os resultados e que menos gente doente.
Fonte: Digital Trends
Tags: doenças, mortes e terapia genética.

Assim ficam os pulmões depois de engolir três cápsulas de detergente líquido

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Mastigar as cápsulas solúveis de detergente: o novo desafio viral que pode acabar com sua vida
O chamado desafio do detergente, que consiste em engolir as cápsulas líquidas do produto de limpeza, tornou-se viral na internet. Agora, um vídeo médico de Chubbyemu, explica as consequências que pode ter para a saúde, tomando como base o caso real de um jovem norte-americanos que teve que ser hospitalizado com caráter grave, após ingerir três dessas cápsulas.
Tal e como se explica, a primeira coisa que sentiu o rapaz foi um forte ardor no nariz e língua. Em seguida, apareceram as náuseas e uma forte tosse, sensação de queimadura, mudou-se também ao esôfago, e acabou desmaiando. Segundo os médicos, o poder corrosivo do detergente tinha começado a destruir as mucosas do esôfago, transformando-o em uma substância semelhante ao pus, que se movia através de todo o seu organismo.
Mas, além disso, cada vez que tosía, parte do detergente entrava em seus pulmões, provocando o mesmo efeito. Felizmente, o cara salvou a vida, mas este vídeo deve servir de advertência a qualquer um que se coloque realizar esse desafio.